Governo sonda jurista para presidir Apfut mas cargo é recusado



O Ministério do Esporte iniciou a substituição dos nomes indicados pelo governo Dilma na Autoridade Pública do Futebol (Apfut), órgão que fiscalizará os clubes nas contrapartidas do Profut. Um dos nomes sondados para presidir o órgão foi do jurista Wladimyr de Moraes Camargos, relator da Comissão especial criada no Senado para discutir mudanças nas leis esportivas.

Ele substituiria o ex-subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil, César Dutra Carrijo, mas recusou o convite pois não pretende assumir um cargo no governo. Segundo o jurista, sua intenção é colaborar voluntariamente com o órgão.

– Estive no governo por cinco anos e não pretendo retornar assumindo um cargo – diz ele.

Além do presidente da Apfut, que recebe R$ 11,2 mil e é o único cargo remunerado no órgão, o governo tem quatro cadeiras para indicar em substituição aos indicados pela equipe de Dilma, sendo dois representantes do Ministério do Esporte, um da Ministério da Fazenda e outro do Ministério do Trabalho e Previdência Social.

Os outros cinco membros indicados pela sociedade civil permanecem na Apfut sem alterações pelo período de mandato, que é de três anos.



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