Bom Senso pede reunião com ministro do Esporte para falar sobre Apfut



O Bom Senso enviará nesta sexta-feira ao Ministério do Esporte um requerimento para se reunir com o ministro Leonardo Picciani para falar sobre a Autoridade Pública de Governança do Futebol (Apfut), órgão criado para fiscalizar os clubes nas contrapartidas do Profut. Na conversa, o movimento de atletas pretende abordar sobre as perspectivas de Picciani e relação à Apfut e ressaltar que a participação do grupo no órgão tem como base o decreto assinado por Dilma Rousseff, em janeiro.

Apesar dos nove membros titulares terem tomado posse na Apfut há pouco mais de um mês, quatro representantes indicados pelo governo de Dilma serão substituídos pela equipe de Michel Temer, conforme previsto na lei. O decreto, entretanto, não prevê substituições aos outros cinco membros da Apfut que foram indicados pela sociedade civil – dirigentes de clubes, árbitros, atletas profissionais, treinadores e entidade de fomento ao desenvolvimento do futebol brasileiro – durante os três anos de mandato conforme previsto no decreto.

Através de seu diretor-executivo, Ricardo Borges, o Bom Senso faz parte da Apfut representando a entidade de fomento. Mas segundo informações da coluna, o novo ministro cogitou alterar o decreto que criou a Apfut para poder trocar seus membros, entre eles o indicado pelo movimento de atletas. O principal motivo era a estreita relação que o Bom Senso mantinha com Dilma, enquanto que a equipe de Michel Temer é próxima da CBF, que tem o movimento de atletas como principal entidade contestadora de suas ações no futebol brasileiro.

Atualização às 15h05
Após a publicação da nota, a assessoria do Ministério entrou em contato com a coluna afirmando que “o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, em nenhum momento cogitou substituir os membros indicados pela sociedade civil na composição da APFut. As trocas ocorreram apenas nos nomes indicados pelo Governo Federal, até mesmo levando-se em conta uma questão legal, pois aqueles que haviam sido indicados anteriormente não estão mais no governo“.



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