Grupo de triatletas entrará com ação na Justiça contra o Ironman



Um grupo de 17 triatletas estudam entram com ações na Justiça contra a organização do Ironman Brasil, prova cujo percurso abrange 3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42,2 km de corrida.No último final de semana, em Florianópolis, eles foram retirados da prova após atingirem o quilômetro 131 do ciclismo além do horário permitido.

Eles alegam, entretanto, que o fato ocorreu por conta da mudança nas regras para essa etapa, que passou a ter largadas em horários diferentes entre elite, mulheres e acima de 60 anos, sem acrescentar a diferença no tempo de corte. A diferença entre a primeira largada e a última foi de 45 minutos.

Os triatletas têm consultado advogados e podem entrar com ações individuais ou em grupo contra a Unlimited Sports, responsável pela prova no país.

– Coloquei isso como um objetivo na minha vida e me preparei por 11 meses. O que eles fizeram foi uma injustiça e um desrespeito com as mulheres e os mais velhos que saíram bem depois do início da prova – afirma Cleide Pinheiro, triatleta amadora que chegou local de corte com apenas um minuto de atraso do horário limite.

Ela avalia ter tido despesas de pelo menos R$ 20 mil para participar da prova somando custos com treinos, estadias em Florianópolis, translado para a capital catarinense e inscrição, cujo valor era de US$ 800 (cerca de R$ 3 mil). Além do ressarcimento das despesas, ela pretende incluir reparos por danos morais na ação.

Segundo a Unlimited Sports, o tempo limite constava no regulamento e foi obedecido por segurança dos competidores já que há a necessidade de fechar rodoviais para a realização da prova. Participaram da etapa cerca de 2 mil competidores.



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