CBF sofre calote de ex-patrocinadores por causa de CPI



A CBF tem tido problemas para receber valores acordados com antigos parceiros por conta das CPI’s que tramitam no Congresso atualmente e que têm a entidade como principal alvo das investigações. Em depoimento à CPI da Máfia do Futebol, na Câmara dos Deputados, o secretário-geral da CBF, Walter Feldman, comentou sobre a dívida de parceiros por conta das Comissões.

– Temos contratos pendentes com ex-patrocinadores, com depósitos em juízo, que poderiam reverter recursos para fomentar o nosso futebol. Sabe o que eles falam? “Vamos esperar a CPI acabar” – comentou o dirigente, em depoimento ocorrido na tarde desta terça-feira.

Apesar do comentário, Feldman não citou nomes das empresas que não tem honrado os compromissos com a entidade. Desde que o escândalo de corrupção no futebol mundial foi revelado pelo FBI, há um ano, cinco empresas deixaram de patrocinar a CBF: Unimed Seguros, P&G (Gillette), Sadia e Michelin.

Em seu balanço referente ao ano de 2015, a CBF aponta um total de R$ 51,1 milhões em “contas a receber” de patrocinadores, sendo R$ 31,6 milhões no curto prazo, e R$ 19,5 milhões no longo prazo.

A CBF é alvo de investigação em duas CPI’s que ocorrem paralelamente no Congresso. Além da Comissão instalada na Câmara, a entidade também é alvo de investigação no Senado através da CPI do Futebol.



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