Bom Senso crê em ‘base legal’ para manter posto na Apfut



A troca de governo fez Bom Senso FC acionar sua equipe jurídica para saber sobre a real possibilidade de perder o posto na Autoridade Pública de Governança do Futebol (Apfut). Segundo informações da coluna, a nova equipe do Ministério do Esporte, liderada pelo ministro Leonardo Picciani, cogitou alterar o decreto assinado por Dilma tendo entre os objetivos a substituição do Bom Senso no órgão. Entretanto, a iniciativa foi vetada pelo Palácio do Planalto.

O movimento de atletas é representado pelo diretor-executivo Ricardo Borges como representante da entidade de fomento ao esporte, sendo uma das quatro indicações da sociedade civil. O órgão é composto por nove cadeiras titulares, sendo as cinco restantes com indicados pelo governo.

E é exatamente nessa diferença entre indicados pela sociedade civil e o governo que o Bom Senso crê em sua permanência na Apfut. Segundo o decreto que criou o órgão, assinado em janeiro por Dilma, apenas os indicados pelo governo podem ser substituídos antes do período de três anos de mandato. Na avaliação da equipe jurídica do movimento, “não há previsão legal para a substituição” do Bom Senso no órgão.

– O Bom Senso não está na Apfut por indicação de ministros e sim por decreto. E para tirar nosso representante do órgão só mudando a lei – comentou Enrico Ambrogini, diretor-executivo do Bom Senso.

A dúvida em relação ao posto do grupo de atletas na Apfut deve-se à troca de governo após o impeachment de Dilma. Enquanto a petista tinha relações estreitas com o movimento, a equipe de Michel Temer é próxima da CBF, que tem o Bom Senso como principal entidade contestadora de suas ações no futebol brasileiro.

 



MaisRecentes

Del Nero promete solução na segunda-feira para transmissão dos jogos da Seleção



Continue Lendo

Presidente da Ferj tira terceira licença em 2017



Continue Lendo

Vasco convive com atrasos salariais, mas mantém ascensão no Brasileiro



Continue Lendo