Para diretor da Primeira Liga, América do Sul pode ter ‘onda’ de ligas nacionais



Diretor jurídico da Primeira Liga, o advogado Eduardo Carlezzo apontou que a iniciativa dos clubes brasileiros de futebol de criar uma entidade independente pode “destravar” um movimento de criação de ligas nacionais pela América do Sul. A avaliação de Carlezzo deve-se às negociações na Argentina envolvendo Boca Juniors, River Plate, San Lorenzo, Racing, entre outros, de criar a Superliga, entidade que seria independente da AFA (Associação de Futebol da Argentina), com quem romperam nesta semana.

– É grande a insatisfação dos clubes com suas federações e se os argentinos forem bem sucedidos, será uma onda difícil de segurar – comentou o diretor jurídico da Primeira Liga, cujo torneio, a Copa da Primeira Liga, foi realizado este ano sem a chancela da CBF e federações estaduais mas que entrará no calendário oficial do futebol brasileiro a partir da próxima temporada.

Além das ligas nacionais, os clubes do continente estão discutindo desde o início do ano a criação de uma liga sul-americana para fazer frente à Conmebol. Nesta quinta-feira, 19, houve uma reunião em Assunção, no Paraguai, mas divergências entre dirigentes brasileiros e representantes de outros países pode fazer o Brasil ficar de fora da entidade.



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