Parada, CPI do Futebol enfrenta ‘guerra regimental’ para convocar dirigentes ligados à CBF



A convocação para os depoimentos de Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero e Gustavo Feijó (vice da CBF) à CPI do Futebol gerou uma “guerra regimental” no Senado, segundo descreveu um interlocutor das investigações sobre irregularidades no futebol brasileiro. De um estão os senadores Romário (PSB-RJ), presidente da CPI, e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e de outro o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Desde a última terça-feira, 26, Romário e Randolfe tentaram sem sucesso apresentar questão de ordem para que Renan coloque em votação a validez ou não das convocações dos dirigentes. Em um primeiro momento, o presidente do Senado não reconheceu a aprovação dos requerimentos em sessão ocorrida há duas semanas. Nesta semana, ignorou o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que também validava as convocações.

Agora, a decisão final será do plenário, cuja expectativa é de aprovação. Entretanto, o tema tem que ser colocado na pauta do Senado para votação e o responsável por isso é exatamente Renan, que não tem demonstrado interesse no prosseguimento da CPI.

Um dos argumentos do presidente do Senado é o foco no processo de impeachment da presidente Dilma, o que o impediu de comparecer ao plenário nesta semana. O que evitou as tentativas de Romário e Randolfe de apresentar questão de ordem para a pauta, apesar da pressão feita nos bastidores.

Pessoas ligadas à CPI, entretanto, afirmam que as investigações têm avançado apesar dos problemas na tramitação dos requerimentos.

 

 



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