Coronel Nunes arranca risadas na CBF ao contar que clube indígena queria inscrever pajé como médico



A história foi contada pelo vice-presidente da CBF, Coronel Nunes, durante o primeiro dia do simpósio de médicos realizado na sede da entidade.

-Lá no Pará, temos um clube profissional de futebol, o primeiro registrado na CBF pertencente a uma nação indígena. Os médicos do Pará conhecem bem. O presidente é o cacique Zeca Gavião. Tudo feito dentro da legalidade. Visitei a aldeia no sul do Pará, na Reserva Mãe-Maria, em Bom Jesus do Tocantins, limite do município de Marabá. Fizeram uma festa bonita porque pela primeira vez tinha um clube indígena no futebol brasileiro. O nome é Gavião Kyikatejê Futebol Clube. Mas o que chamou atenção é que o presidente tinha levado um preparador físico, um treinador, para orientar o auxiliar indígena, e um preparador de goleiros. Só que, na obrigatoriedade de ter um médico, o Zeca Gavião chega para mim na Federação e diz: “Presidente, não conseguimos médico. Posso inscrever o nosso curador, o pajé, como médico?”. Trouxe o caso para o Pagura (presidente da Comissão Nacional de Médicos da CBF) e que respondeu: “Só se tiver CRM, pô”.

Coronel Nunes deu uma gargalhada após contar o fato e o auditório o acompanhou nas risadas.

Nunes não parou por aí.

– Eu falei que iria trazer pro encontro de médicos e chegar aqui para mostrar como ele faz o tratamento das lesões. “Pagura, você vai ser o cobaia, ele vai te dar uma defumada com charuto indígena”. Mas teve contratempo e não deu para trazer – emendou o vice-presidente da CBF.



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