Após parecer do MP, presidente da Federação Paranaense pode ser afastado do cargo



O presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Hélio Cury, e membros de sua diretoria podem ser afastados do cargo por gestão temerária à frente da entidade. Na semana passada, o Ministério Público (MP) do Paraná emitiu parecer solicitando o fim de irregularidades à FPF, em documento assinado pela promotora de justiça Ana Cristina Martins Brandão.

O pedido foi encaminhado à juíza Vanessa Jamus Marchi, da 9ª Vara Cível de Curitiba, que decidirá pelo afastamento ou não de Cury em ação movida por Atlético-PR e Coritiba.

No parecer do MP-PR, baseado em perícia feita sobre as atividades na FPF entre 2010 e 2014, três irregularidades que acarretam gestão temerária são destacadas: contratação de familiares do presidente Hélio Cury para atuar na entidade, aquisição de material esportivo fornecido por empresas ligadas ao próprio dirigente, e falta de transparência por não disponibilizar documentos aos associados.

Em janeiro, o escritório Tetto, Macedo, Mees & Tisi Advogados, que assessora Atlético-PR e Coritiba na ação, já havia encaminhado um pedido de afastamento de Hélio Cury da presidência da FPF através de um documento citando várias irregularidades da gestão à juíza que cuida do caso.

Através de sua assessoria, a FPF não atendeu a solicitação da coluna por uma posição de Cury sobre o caso.



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