Centro Paralímpico Brasileiro tem impasse em seu plano de gestão



Prestes a ser inaugurado, o Centro Paralímpico Brasileiro, em SP, ainda tem impasses em relação ao seu Plano de Gestão. Administrado em conjunto pelos governos federal e estadual, além do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o local ainda gera dúvidas sobre se o equipamento esportivo será voltado apenas para o alto rendimento adulto e de base, ou se será aberto também a atividades sociais para crianças e jovens com algum tipo de deficiência.

No ano passado, o próprio presidente do CPB, Andrew Parsons, comentou que seria “muito importante para crianças com algum tipo de deficiência ter esses momentos de convivência ativa, com estímulos, com opções”.

Uma das defensoras da abertura do Centro a atividades sociais é a deputada e deficiente física Mara Gabrilli (PSDB-SP), para quem os equipamentos devam ser disponibilizados às pessoas com deficiência da cidade.

A assessoria do CBF confirma que o local poderá receber competições olímpicas, mas diz que é “precipitado” apontar que o Centro será destinado a atividades sociais.

O Centro Paralímpico Brasileiro foi financiado pelos governos federal e estadual com um custo total de cerca de R$ 300 milhões. O local é considerado o mais completo do mundo abrangendo estrutura para 15 modalidades olímpicas.

Colaborou: Felipe Domingues



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