Posição de brasileiros cria divergência e coloca em risco a Liga Sul-Americana de Clubes



Uma divergência entre os clubes brasileiros e o restante dos participantes da Liga Sul-Americana de Clubes coloca em risco a continuidade da recém-criada entidade que pretende fazer frente às atividades da Conmebol. O embate é em relação às diretrizes da Liga que serão inseridas no estatuto, principal tema debatido na reunião desta quinta-feira, 31, em São Paulo. Segundo apurou a coluna, há um grupo de sete clubes de outros países que já defendem a exclusão dos times brasileiros da nova entidade.

Entre as divergências está o modelo de administração da Liga Sul-Americana de Clubes. Enquanto o bloco do Brasil – que abrange os 12 grandes times do país – defende uma organização mais comercial, com um CEO à frente das entidades, os outros times do continente, liderados por dirigentes da Argentina e do Uruguai, querem manter um perfil mais político à Liga, conforme tem sido discutido desde a primeira reunião da entidade e da qual os brasileiros não participaram.

Outra questão que não houve consenso é em relação ao local da sede. Os brasileiros defendem que ela fique em São Paulo ou Porto Alegre, enquanto que o outro bloco defende as cidades de Buenos Aires ou Montevidéu.



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