Comitê de Reformas da CBF discute mudanças no colégio eleitoral



O colégio eleitoral da CBF está no centro das discussões do grupo de trabalho do Comitê de Reformas que está responsável por debater mudanças no estatuto da entidade. Este foi o principal tema debatido pelos membros designados do Comitê a discutir a atualização do documento, entre eles o presidente da Federação Baiana de Futebol (FBF), Ednaldo Rodrigues, e o advogado especialista em direito desportivo, Luiz Felipe Santoro.

O debate sobre o colégio eleitoral da CBF ocorre pouco mais de seis meses após a entidade ser obrigada a alterar o sistema de votos para eleger seus membros por medida sancionada no Profut. Nela, os 40 clubes das Séries A e B passaram a fazer parte do colégio eleitoral ao lado das 27 federações.

A mudança, entretanto, que previa tirar peso do voto das entidades estaduais na escolha dos dirigentes da CBF, falhou no pleito de dezembro passado que elegeu Coronel Nunes como vice-presidente da entidade em manobra de Marco Polo Del Nero para evitar que seu desafeto Delfim Peixoto assumisse a CBF durante sua licença.

Além do colégio eleitoral, também está na mesa de debates do grupo de trabalho do Comitê de Reformas as condições para se candidatar a cargos da entidade, que pode vetar, por exemplo, quem já atua em outras entidades desportivas.



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