Divisão de vagas da Série D é técnica e não política, segundo dirigente da CBF



A distribuição das novas oito vagas que surgiram para a Série D gerou interrogação porque a lista de corte não beneficiou Santa Catarina, do desafeto da cúpula da CBF Delfim Peixoto, e contemplou o Pará, do Coronel Nunes. Mas a explicação que vem de dentro da entidade é técnica.

Segundo um dirigente que participou do processo, em relação à distribuição no topo, que não contemplou os catarinenses, o entendimento é que as federações de São Paulo, Rio e Minas estão bem acima das outras e não poderiam ter a mesma quantidade que as subsequentes.

Em relação ao restante, o entendimento na CBF é que não seria justo se Paraná, Santa Catarina, Goiás e Bahia, por exemplo, passassem a ter três se eles não estão tão longe que Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas e Pará.



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