Ações trabalhistas contra o Guarani somam R$ 3,5 milhões



Em dificuldades dentro de campo – está na segunda divisão do Campeonato Paulista e na Série C do Brasileirão – o Guarani também terá uma temporada de problemas fora das quatro linhas. O clube de Campinas tem 21 ações trabalhistas correndo na Justiça que somam R$ 3,5 milhões.

Todos os processos são por atraso de salários, férias, 13º salário, FGTS e multas por não pagamento de verbas rescisórias, infrações ocorridas no ano passado e que envolvem 19 atletas, além do ex-técnico Paulo Roberto (hoje no São Bento) e o gerente de futebol Leandro Rocha. Do total de ações, quatro ainda envolvem casos de acidente de trabalho – no caso, lesões graves dos jogadores.

– As condenações, caso não haja acordos, não deverão fugir dos valores cobrados, haja vista que os valores cobrados estão em total consonância com a Legislação Trabalhista (CLT) e Desportista (Lei Pelé) – diz o advogado Filipe Rino, especialista em direito desportivo e que atua na defesa dos atletas ao lado do irmão Thiago Rino.

Procurado, o presidente do Guarani, Horley Senna, não atendeu as ligações.



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