Conmebol segue sem dar explicações ao presidente do Tribunal Disciplinar sobre anistia



O presidente do Tribunal Disciplinar da Conmebol, Caio Rocha, ainda está aguardando uma resposta do diretor geral da entidade sul-americana, Gorka Villar, sobre a anistia dada a clubes e jogadores punidos pela corte judiciária, entre eles o Boca Juniors. Caio não concordou com a decisão da direção da Conmebol, mas, por ora, segue no cargo, ao contrário do que fez o vice do Tribunal, o uruguaio Adrian Leiza.

A Conmebol usou um parecer da Comissão de Assuntos Legais para tentar uma base jurídica para a anistia. O representante brasileiro no grupo é Alvaro Melo Filho, que foi voto vencido. Ele, amparado pela CBF, era contra o perdão generalizado. Mas a pressão dos argentinos acabou pesando mais. O sentimento nos bastidores da Conmebol é que foi uma clara medida política e não jurídica.



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