Em discussão com Bom Senso, Andrés Sanchez erra ao dizer que Profut não permite déficit



Andrés Sanchez e Ricardo Borges, do Bom Senso, participaram da mesma mesa de debate em evento na última terça, em Brasília (Crédito: Agência Câmara)

Andrés Sanchez e diretor do Bom Senso participaram da mesma mesa de debate em evento na última terça, em Brasília (Crédito: Agência Câmara)

Dirigente do Corinthians e deputado federal, Andrés Sanchez discutiu com o diretor-executivo do Bom Senso, Ricardo Borges, sobre a possibilidade dos clubes terem ou não déficit com a Lei do Profut.

O debate ocorreu durante o Fórum Legislativo do Futebol, em Brasília, e teve início quando Borges abordou a possibilidade dos clubes se tornarem empresas e citou como exemplo a Europa, onde o governo dos países das principais liga de futebol tiveram papel fundamental para a mudança de gestão.

– Ah, então o Manchester City é bom – indagou Andrés, dizendo que o clube inglês tem déficit e que “clube de futebol não é banco”.

O diretor do Bom Senso retrucou dizendo que “empresa também fecha com déficit”.

– Pois então, o Profut proíbe ter déficit – afirmou o deputado, mostrando desconhecimento sobre a lei que permitirá aos clubes terem um déficit financeiro de até 10% entre 2017 e 2019, e de 5% após esse período.

Veja o vídeo abaixo com a discussão.



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