Novo ranking da Conmebol dá brecha para mais brasileiros como cabeças de chave da Libertadores



O Comitê Executivo da Conmebol vai bater o martelo nesta quinta-feira sobre os critérios do ranking de clubes que vai definir quais serão os cabeças de chave da Copa Libertadores. A nova formatação pode fazer com que mais clubes brasileiros sejam cabeças de chave. Até este ano, só os campeões da Série A e da Copa do Brasil tinham esse status.

A Conmebol se inspirou na Uefa para instituir o ranking. Será levado em conta, majoritariamente, o desempenho dos clubes nos últimos dez anos de Libertadores. Em primeiro lugar estão os títulos, que terão peso igual independentemente do ano que tenha sido conquistado na última década. Ou seja, o campeão de 2009 receberá a mesma pontuação do campeão de 2014 pela conquista específica.

Mas a Conmebol ainda vai considerar se um clube se classifica sempre à competição, pontuação alcançada, número de partidas e quão longe cada time foi. Os campeões nacionais do ano anterior à edição em questão da Libertadores também terão uma pontuação a mais a ser somada.

O peso maior para os campeões da última década é um bom sinal para o Internacional, caso consiga a classificação, pois faturou a taça em 2006 e 2010.

Mas a entidade vai dar uma espécie de bônus, cujo peso ainda não foi divulgado, aos que foram campeões no passado. O Santos, por exemplo, que faturou a taça em 1962 e 1963, terá direito.

A Conmebol vai divulgar o ranking até o sorteio da Libera-2016, que está marcado para 22 de dezembro, em Assunção. A entidade ainda não fechou a colocação dos clubes ainda porque está esperando alguns campeonatos nacionais acabarem.

Não passa pela cabeça dos dirigentes da Conmebol mudar o número de vagas por país na Libertadores.



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