Para Ana Moser, divergência sobre legado da Rio-2016 motivou recusa para assumir APO



Para Ana Moser, equipamentos de alta tecnologia deveria ser utilizados apenas por atletas de alto rendimento após a Rio-2016 (Crédito: Luiz Doroneto/CBV)

A ex-jogadora de vôlei Ana Moser afirmou que a recusa a seu nome pelo Senado para assumir a Autoridade Pública Olímpica (APO) não esteve restrita ao e-mail que enviou em 2009 ao COI com críticas à realização da Rio-2016 no país. Segundo ela, houve divergências também em relação ao legado dos equipamentos esportivos, sobre o que ficaria para atletas de alto rendimento e o que seria destinado para o desenvolvimento do esporte no país.

Palco principal da Rio-2016, onde ocorrerão 24 modalidades (16 olímpicas e 9 paralímpicas), o Parque Olímpico foi o principal exemplo citado por Ana Moser para explicar a sua discordância com a organização quanto ao legado do evento. “Não se pode deixar equipamentos de alta tecnologia apenas para a prática do esporte”, contestou ela.



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