Fluminense muda estatuto para captar recursos pela Lei de Incentivo



Conselho do Fluminense aprovou mudanças no estatuto por unanimidade durante reunião na noite da última segunda (Crédito: Divulgação/Fluminense)

O Conselho Deliberativo do Fluminense aprovou por unanimidade na noite da última segunda, 24, mudanças no estatuto do clube que visam deixar o clube apto para captar recursos para projetos através da Lei de Incentivo ao Esporte. As adaptações foram necessárias para atender as exigências que constam na Lei Pelé para o repasse de verba do governo para as entidades esportivas. Segundo a assessoria do Fluminense, a intenção é conseguir apoio para projetos voltados aos esportes olímpicos do clube.

Estatuto adaptado
Entre as mudanças aprovadas no estatuto do Fluminense estão a maior transparência na divulgação das contas, o veto de parentes de primeiro grau do presidente de concorrerem a cargos do clube, e obrigação de ter um representante do Ministério Público (MP) durante as eleições. Segundo o clube, essas ações já eram adotadas mas não constavam no estatuto conforme exige a Lei Pelé.

Ganhando fãs
Camisas de times de futebol do exterior já são as mais vendidas em três dos estados brasileiros, segundo levantamento de vendas online de uniformes realizado pela Netshoes. O Barcelona lidera no Mato Grosso do Sul, a Juventus no Amazonas e o Manchester City no Acre. O time inglês ainda fica na terceira posição nas vendas de camisas no Espírito Santo, ficando atrás apenas de Flamengo e Atlético-MG no estado.

Na crista da onda
Após sua melhor campanha na temporada na etapa de Teahupoo, no Taiti, Gabriel Medina vai virar GIFs (animação em imagens) em uma ação da Guaraná Antarctica através do Twitter. Patrocinadora do surfista brasileiro, a marca enviará um GIF com resposta personalizada aos usuários da rede social que utilizarem a hashtag “#Boralá”, nova assinatura das ações da marca.

Só dinheiro
Grande parte das confederações de modalidades olímpicas desprezou a iniciativa da multinacional GE de ajudar na preparação e desenvolvimento de atletas através da entrega de tecnologia. “Oferecemos esse apoio a várias entidades mas a maioria só queria dinheiro e nosso apoio é para deixar um legado para o esporte”, diz Gilberto Peralta, presidente da GE no Brasil.

Deu resultado
A única confederação que aceitou a parceria com a GE foi a de canoagem, que tem usado sensores para coleta de dados de desempenho em tempo real nos treinos. “Não tenho dúvidas de que a canoagem do Brasil vai ganhar praticamente tudo”, diz Peralta, citando os bons resultados (um ouro e um bronze) no Mundial no último fim de semana.
Sem falhas
A cerimônia de abertura de uma Olimpíada sempre teve maior tradição que o evento que abre um Mundial de futebol. Entretanto, a apresentação que marcou o início do Copa-2014 é motivo de piada até hoje.

Ontem, em um debate sobre o legado dos Jogos do Rio, o diretor executivo de operações do Comitê Rio-2016, Rodrigo Tostes, citou a abertura entre as prioridades do evento.

– Tem que ser um espetáculo e não pode falhar – comentou ele, colocando a abertura ao lado de segurança e transporte entre as áreas que são prioridades.

Logo em seguida, ao responder uma pergunta, o presidente da GE do Brasil, Gilberto Peralta, deu uma sugestão para o Comitê ter êxito na abertura dos Jogos Olímpicos.

– É só não contratar o pessoal da Fifa – sugeriu o executivo da GE.
De Letra

“Não gosto muito do mata-mata. Prefiro os pontos corridos pois dão maior chance de recuperação”

Raimundo Viana, presidente do Vitória, sobre uma possível mudança no sistema de disputa do Campeonato Brasileiro.



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