‘Lado da torcida’ foi o estopim para saída de Fluminense e Flamengo do arbitral da Ferj



Marcelo Vianna, diretor de competições, e Rubens Lopes, presidente da Ferj (Foto: Úrsula Nery/Ferj)

Marcelo Vianna, diretor de competições, e Rubens Lopes, presidente da Ferj (Foto: Úrsula Nery/Ferj)

Os representantes de Fluminense, Marcelo Penha, e Flamengo, André Galdeano, não deixaram o arbitral da Ferj, que definiu como será o Carioca pelos próximos cinco anos, por acaso.

A indignação partiu do Fluminense, quando os seguintes itens do artigo 18º do regulamento foram levantados:

§ 5º – Nos clássicos da primeira fase, o campeão e o vice-campeão do campeonato imediatamente anterior da série A de profissionais, quando não jogarem entre si, terão o mando de campo.

§ 6º – Nas partidas realizadas no Maracanã, a associação que tiver o mando de campo terá o direito de determinar o posicionamento de sua torcida.

Ou seja, houve uma articulação para colocar no texto uma forma para que o Vasco – campeão estadual em 2014 – tenha o mando de campo contra Fluminense e Flamengo e, como consequência, possa escolher onde posicionar a torcida.

Nessa altura da reunião, a tabela da competição ainda não tinha sido sorteada (com o sorteio, o Flu ficou no Grupo A, junto com o Vasco, não enfrentando o time da Colina na primeira fase). Percebendo a trama para que o lado direito do Maracanã ficasse com o Cruz-maltino – pelo menos, segundo o regulamento -, o representante do Fluminense, Marcelo Penha, se retirou. Ele sequer assinou a presença. André Galdeano, em solidariedade, o seguiu.



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