Patrocinadores vão pagar dívida de R$ 2,2 mi da CBB com a Fiba



Brasil disputou Mundial de basquete, em 2014, com convite da Fiba cujo valor foi de US$ 700 mil (cerca de R$ 2,2 milhões)

Nike e Bradesco serão os grandes responsáveis em pagar os US$ 700 mil (cerca de R$ 2,2 milhões) de dívida que a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) tem com a Federação Internacional de Basquete (Fiba). O débito é referente ao convite que a Seleção recebeu para disputar do Mundial da modalidade no ano passado. O acordo foi tema da reunião ocorrida ontem, em Toronto, entre o secretário-executivo do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, e o secretário-geral da Fiba, Patrick Baumann.

Vaga em debate
Após o encontro com o secretário-gerarl da Fiba, Leyser afirmou “estar confiante” que que o problema em relação à dívida da CBB seja resolvido hoje na reunião que ocorrerá entre representantes da Fiba, CBB, COB e Nike para tratar das vagas de basquete do Brasil nos Jogos Rio-2016. Por já ter abordado o assunto no encontro de ontem com Patrick Baumann, Leyser não estará no encontro de hoje entre as entidades.

Em aberto
Mesmo com os Jogos Rio-2016 no país, as vagas de basquete do Brasil para o evento esportivo do próximo ano não estavam garantidas por conta da dívida da CBB com a Fiba. Desde o Mundial da modalidade ocorrido na Espanha entre agosto e setembro do ano passado, a entidade brasileira vinha tentando encontrar um jeito de pagar a dívida com a Fiba.

Pedido de veto
O Bom Senso protocolou ontem um pedido ao governo para barrar as mudanças previstas no artigo 38 da MP do Profut, que altera o percentual a ser recebido pelos atletas em caso de rescisão contratual de 100% para 50% dos salários até o fim do contrato. Há uma semana, o movimento sofreu duras críticas do Sindicato de Atletas de SP (Sapesp) por apoiar a MP sendo que o texto prejudica a categoria por essa medida.

Sem demandas
Apesar da volta da Copa Sul-Minas ter sido debatida por dirigentes em reunião na última quinta, 16, em Curitiba, a diretoria de competições da CBF não recebeu qualquer demanda para incluir a competição no calendário de 2016 que está sendo elaborado. No encontro, o vice do Coritiba, André Luiz Macias, afirmou que o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, “vê com bons olhos” a volta do torneio.

Só em agosto
O empresário Kleber Leite não tem esperança de que seu advogado, Michel Assef Filho, consiga antes de agosto uma resposta positiva do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o pedido por acesso à decisão da Justiça dos EUA que solicitou o bloqueio de seus bens e da Klefer Marketing Esportivo, sua empresa. O motivo é o recesso judiciário, que atrasou os planos da defesa do ex-presidente do Flamengo.

Entre os suspeitos
Kleber Leite está sendo investigado pelo FBI por causa da suspeita de envolvimento em um dos esquemas que levaram à prisão o ex-presidente da CBF José Maria Marin. No dia que estourou o escândalo da Fifa, a Polícia Federal foi à sede da Klefer para investigar suspeitas de pagamento de propina para obtenção de contratos em torneios.
Doping
Em janeiro, a Agência Mundial Antidoping (Wada) passou a realizar grande parte dos exames antidoping no início dos grandes eventos, antes das competições começarem. Até então, os testes eram realizados logo após as disputas.

A prática visa aumentar a efetividade dos testes e dos 1,5 mil exames previstos para serem realizados nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, mais de 1,1 mil já foram feitos. E a competição está apenas na metade.

– Hoje, a inteligência no controle antidoping tem um peso muito grande e essa mudança tem dado resultado – afirmou o brasileiro Eduardo de Rose, presidente da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa) e membro da Wada.

Ontem, a Odepa divulgou quatro casos de doping no Pan e outros dois já foram divulgados pelos comitês do Brasil e do Peru.
De Letra

“Não podemos abrir precedentes para qualquer tipo de comissão”

Julio Casares, VP do São Paulo, rebatendo a iniciativa do presidente do Conselho, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, de criar um grupo para fiscalizar o contrato do clube com a Under Armour.



  • EDSON

    Vou insistir em minha tese. Uma empresa deste porte, conhecida mundialmente, o departamento de marketing do SPFC não conhecia? Precisava usar uma empresa chinezinha para falar com tal empresa? O meu amigo Julio Casares diz na entrevista que é normal pagar comissão. Normal para ele, pois para um Clube organizado que se diz SOBERANO, basta um telefonema para o Presidente de qualquer destas empresas fornecedoras de materiais esportivos, que com certeza será atendido.
    Pagar comissão para PROSPECÇÃO DE RECEITAS, já que o departamento é INCOMPETENTE, tudo bem, concordo com o Julio, isto sim é normal no mundo dos negócios.

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