Exceção entre clubes, Fluminense não pediu adiantamento da receita de TV à Globo



Peter Siemsen ficou orgulhoso em saber que Tricolor carioca é um dos poucos clubes a não ter pedido adiantamento da cota de TV à Globo

Apesar do fim da parceria com a Unimed e de ter passado um certo sufoco par pagar o 13°, o Fluminense tem um diferencial importante em relação a maioria dos clubes brasileiros: o Tricolor carioca é um dos poucos times brasileiros a não ter pedido para antecipar sua receita com direitos de TV junto à Globo. Presidente do clube, Peter Siemsen ouviu o relato do próprio diretor-executivo da emissora, Marcelo Campos Pinto, e tem divulgado com orgulho a informação a interlocutores.

Compromissos
A CBF tem alterado o planejamento da Seleção olímpica e os amistosos no Brasil deixaram de ser prioridade. A CBF está analisando convites para confirmar os próximos compromissos. Há, inclusive, a previsão de um jogo na França, em setembro, contra um dos quatro europeus classificados à Rio-2016 (Alemanha, Portugal, Suécia e Dinamarca).

De que lado?
Um grupo de oposição do Vasco publicou uma carta em que aponta omissão do ex-presidente Roberto Dinamite e despreparo do atual mandatário Eurico Miranda pelas ações tomadas em relação ao lado que a torcida ficará no Maracanã. “Entregaram o lado direito e agora querem entregar também o esquerdo”, diz trecho da carta. Na semana passada, Miranda disse para os torcedores não irem ao clássico contra o Fluminense, dia 19, se a torcida não ficar no lado direito do estádio.

Posição tomada
O Bahia publicou ontem uma nota em seu site em que se posiciona como favorável à MP do Profut. Assinado por seu presidente, Marcelo Sant’Ana, o texto diz que “é preciso pensar e trabalhar de maneira coletiva, acima de eventuais particularidades”. O clube se junta ao Flamengo, os únicos times até o momento a se posicionarem favoráveis à MP.

Primeiro milhão
Criado no início de 2013 com 158 mil participantes, o Movimento por um Futebol Melhor atinge hoje a marca de 1 milhão de sócios-torcedores entre os 63 clubes que fazem parte do programa. A estimativa da Ambev, que lidera a iniciativa que hoje conta com 12 empresas parceiras, é que esse número de associados gere um faturamento de R$ 360 milhões por ano aos clubes de futebol participantes.

Referência
Entre os participantes do Movimento por um Futebol Melhor, a Ambev aponta o Internacional como referência para a relação entre o tamanho da torcida e o número de sócio-torcedor, cujo índice do time gaúcho é de 2,6%. Segundo a empresa, caso os demais clubes tivessem essa mesma relação, o futebol brasileiro teria uma receita superior a R$ 1 bilhão por ano.

Venda em alta
O site de comércio eletrônico Mercado Livre atingiu um crescimento de 63% na venda de camisas de times brasileiros entre os meses de janeiro e maio, em relação ao mesmo período de 2014. O aumento, segundo informações da empresa, pode ser explicado pela ocorrência da Copa do Mundo de 2014, que dividiu a demanda por camisas de futebol nos primeiros meses do ano.
Biografia
Ídolo nos quatro times em que atuou (Coritiba, Palmeiras, Cruzeiro e Fenerbahçe) mas sem ter jogado uma Copa do Mundo, o meia Alex tem uma biografia sendo feita pelo escritor Marcos Eduardo Neves.

O curioso é que a publicação foi uma iniciativa de um torcedor do Coritiba que é fã do ex-jogador e está bancando toda a sua produção. Ele, entretanto, não quer que seu nome seja revelado.

Querendo saber mais detalhes da vida de Alex, o torcedor procurou primeiro o escritor Ruy Castro, que foi o autor da biografia de Garrincha.

Castro, entretanto, recusou fazer o livro por ter dado um tempo das biografias. Mas indicou Neves, que documentou em livro a vida de outro ex-jogador, Heleno de Freitas.

A expectativa é que a biografia Alex seja lançada no início de 2016.
De Letra

“Eu vim falar de agenda positiva. A MP não é agenda positiva, vai ser”

Vicente Cândido, deputado federal e diretor da CBF, sobre ter abordado o tema da MP do Profut na reunião de ontem da diretoria da CBF, no Rio.



  • jose n ragazzini

    A matéria, por justiça, deveria citar os demais clubes que não fizeram antecipação de receita das cotas da televisão. Também no caso do Movimento por um Futebol Melhor, penso que não só o Internacional, mas os 10 melhores deveriam ser citados.

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