Medida Provisória do Profut irá propor a retirada de PMs de dentro dos estádios



Caso PMs deixem de atuar nos estádios, responsabilidade pela segurança dentro das arenas passaria para o clube mandante da partida

O conteúdo da Medida Provisória (MP) do Profut que será apresentado na próxima terça-feira, 16, aos parlamentares no Congresso abrangerá a retirada da Polícia Militar (PM) de dentro dos estádios e passando aos clubes toda a responsabilidade da segurança interna nas arenas. A proposta feita pelo deputado Tenente Lúcio (PSB-MG) será acatada pelo relator da MP, Otávio Leite (PSDB-RJ). “Essa responsabilidade tem que ser do organizador para que centenas de PMs atuem só na segurança pública”, diz Leite.

Agenda cheia
Na próxima segunda-feira, 15, o relator Otávio Leite se reunirá com representantes do governo, Câmara dos Deputados e Senado para debater os pontos que os parlamentares ligados à “bancada da bola” apontam ser insconstitucional dentro da MP do Profut. Leite quer tirar todas as dúvidas sobre os pontos mais polêmicos para não apresentar em plenário na terça-feira, 16, um documento com falhas jurídicas.

Palpiteiros
Na avaliação do relator Otávio Leite, a MP do Profut tem o conteúdo mais complexo entre os projetos de lei que tramitam no Congresso pois abrange um assunto que todos querem opinar, no caso o futebol. E revela que nas últimas semanas tem sido parado a todo momento nos corredores do Poder Legislativo para ouvir palpites e sugestões dos parlamentares para incluir no texto da MP.

De lá ou de cá?
Presidente da Comissão Mista da MP do Profut, o senador Sérgio Petecão fez questão de rebater os comentários que circulam nos bastidores de Brasília de que o relator Otávio Leite tem ficado muito próximo do governo na elaboração da proposta . “Isso não existe, até porque o Otávio é do PSDB. O que ele tem feito é um grande esforço para ouvir todos os envolvidos”, afirma Petecão.

Audiência marcada
Ocorrerá no dia 31 de agosto a audiência da ação que o atacante Chiquinho, do Santo André, move contra o clube e a Santo André Gestão Desportiva (Saged), que administra as finanças do time. No processo, o atleta alega erros médicos que lhe fizeram passar por 5 cirurgias no joelho e que praticamente encerraram sua carreira aos 25 anos.

Indenização
Uma das cirurgias enfrentadas por Chiquinho minaram suas chances de ir para o São Paulo, que tinha interesse no atleta após ter se destacado no Paulistão de 2009. A ação abrange salários em aberto, seguro da Lei Pelé, lucro cessante com prazo médio de carreira até 32 anos e pensão até os 65 anos. A indenização total passa de R$ 1 milhão.

Normas em jogo
Entre 24 e 26 de junho, ocorre em Porto Alegre o IV Congresso Internacional de Direito Desportivo Contemporâneo. Além do ministro do STF Guilherme Caputo Bastos, presidente da Academia Nacional de Direito Desportivo (ANDD), que organiza o evento, os painéis contarão com representantes de clubes e entidades do Brasil (Grêmio, Inter e Corinthians) e exterior (Porto, Boca Juniors e federação uruguaia). Ministro do Esporte, George Hilton participará da abertura.

Música
Na luta deste sábado valendo o cinturão dos pesos-pesados do UFC, o brasileiro Fabrício Werdum entrará no octógono com uma música escolhida pelos fãs para enfrentar o americano Cain Velásquez.

A ação é do aplicativo de música Deezer, que convidou Werdum para listar canções para três diferentes momentos: na academia, com a família e entrar no octógono.

Nesta última categoria, a música mais votada pelo Facebook será enviada à organização do UFC para ser tocada na luta de hoje. Até o momento, a canção “Epic”, da banda Faith No More, lidera a escolha.

Entre as que gosta de ouvir com a família, Werdum surpreende com músicas de cantores de sucesso junto ao público jovem, como Demi Lovato e Selena Gomez.

Segundo ele, as escolhas inusitadas são para agradar as duas filhas.

De Letra

“Não foi boicote. Neste dia estávamos votando coisas mais complicadas na Câmara”

Jovair Arantes, deputado (PTB-GO) e conselheiro do Atlético-GO, sobre a falta de quórum na apresentação à Comissão Mista que analisa o relatório prévio da MP do Profut.



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