Atlético-MG tenta acordo para mandar jogos do Brasileiro no Mineirão



Na final do Mineiro contra a Caldense, Atlético-MG teve que comprar cadeiras para repassar aos sócios-torcedores

Apesar da relação com a Minas Arenas – concessionária que administra o Mineirão – não ser das melhores, o Atlético-MG trabalha para mandar jogos no estádio no Brasileirão deste ano. A intenção do clube é levar para o Mineirão partidas com mais de 30 mil pessoas, público mínimo previsto pela diretoria do Galo para ter lucro com as partidas. Entretanto, para isso ocorrer, a Minas Arenas teria que ceder as cadeiras centrais do estádio para o Atlético-MG comercializar os assentos para os sócios.

Compra e venda
No primeiro jogo da final do Campeonato Mineiro contra a Caldense, quando cerca de 55 mil torcedores estiveram no Mineirão, o Atlético-MG teve que comprar as cinco mil cadeiras centrais dos setores vermelho e roxo do estádio para depois repassar aos sócios-torcedores. O valor do aluguel do Mineirão para as partidas é de cerca de R$ 250 mil.

Desencontro
Segundo a assessoria do Atlético-MG, conversas já foram realizadas para o clube voltar a mandar jogos no Mineirão no Brasileirão deste ano. Entretanto, o departamento de comunicação da Minas Arenas diz que, apesar dos diretores da concessionária do estádio e representantes do clube mineiro já terem se reunido diversas vezes este ano, ainda não houve conversas referentes ao Atlético-MG mandar jogos no Mineirão na competição nacional.

Sem motivos
Relator da Medida Provisória do Profut, o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) afirma que não há motivos para os clubes não aderirem à proposta de refinanciamento por conta dos pontos mais polêmicos do relatório. “São questões separadas do parcelamento”, afirma Leite. Ontem, deputados da “bancada da bola” e ligados à CBF boicotaram a leitura do relatório na Comissão que analisa a MP.

Dívidas em alta
O endividamento dos 14 maiores clubes de futebol país dobrou nos últimos seis anos passando de R$ 2,5 bilhões para cerca de R$ 5 bilhões. Pelo segundo ano seguido, a dívida por acordos – parcelamentos e contingências – representou a maior a fatia, com 28% do total em 2014. Na sequência, aparecem empréstimos (26%) e obrigações trabalhistas e tributárias (24). O levantamento é do especialista em análise financeira Carlos Aragaki, sócio da auditoria UHY Moreira.

Prioridades
O Santos deixou um pouco de lado o plano de contratar um gestor para ser o elo entre as categorias de base e o time profissional. O ex-auxiliar da Seleção sub-20/Olímpica Mauricio Copertino chegou a ser sondado, mas o acordo não se concretizou ainda, já que a preocupação da diretoria passou a ser o futuro do técnico Marcelo Fernandes.

Tamo junto!
Consultor da Portuguesa, Luis Paulo Rosenberg aponta o caixa negativo como principal dificuldade para implementar o novo plano de gestão do clube. Após a turbulenta saída de Ilídio Lico da presidência, ele cita a “compreensão da oposição para a gravidade do momento” entre os motivos que têm ajudado nas ações para o clube.

Rede Social
A rede social Twitter lança hoje uma plataforma voltada para a Copa América 2015, no Chile, que concentrará todo o conteúdo relacionado ao torneio.

A interface criada especificamente para a competição terá três abas de conteúdos separadas em tuítes, comentários de especialistas e fotos e vídeos.

Além disso, o Twitter fechou parceria com quatro das principais seleções do torneio: Brasil, Argentina, Colômbia e México.

Com esse acordo, tablets serão instalados em áreas de lazer das equipes onde os jogadores poderão interagir com os torcedores enviando mensagens e fotos.

– Estamos expandindo a capacidade das seleções interagirem com os torcedores – diz Carlos Moreira Júnior, diretor executivo de mídia do Twitter para a América.

De Letra

“A defesa da CBF no Congresso é a defesa do que é ruim, atrasado e imoral para o nosso futebol”

Romário, ex-jogador e agora senador, sobre a ação da CBF junto aos parlamentares da “bancada da bola” para tentar brecar a Medida Provisória do Profut.



  • Vitor gomes

    Que sorrateiramente retirou a assinatura para a instalação do CPI do BNDES !

  • Cristiano

    Ainda acho que vale mais a pena tratar direto com o estado quando precisar utilizar o Mineirão, baseando-se estritamente no contrato e não em possível parceria com Minas Arena. Ademais, o Independência ainda é muito melhor.

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