Prorrogação da Lei de Incentivo ao Esporte será inserida no texto da MP do Profut



Deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) é o relator da MP do Profut

Em vigor até o fim deste ano, a Lei de Incentivo ao Esporte terá a sua prorrogação incluída no texto da MP do Profut que está sendo avaliado pela Comissão do projeto. A iniciativa foi confirmada pelo relator da MP, o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), que tem em mãos duas emendas que visam prorrogar a norma cuja finalidade é destinar verbas a projetos esportivos através da dedução do imposto de pessoas físicas e jurídicas. Os autores são os deputados João Derly e Orlando Silva, ambos do PC do B.

Qual a melhor?
A Comissão da MP do Profut avalia agora qual das duas emendas apresentadas será inserida no texto que irá para votação. A proposta do deputado e ex-judoca João Derly é que a Lei de Incentivo ao Esporte passe a vigorar por tempo indeterminado. Já o ex-ministro Orlando Silva propõe que a norma seja prorrogada pelos próximos dois ciclos olímpicos tendo validade até 2024.

Voz aos torcedores
Ontem, na audiência pública da MP do Profut, a Comissão recebeu para o debate torcedores de torcidas uniformizadas. Além do presidente da Associação Nacional de Torcidas Organizadas (Anatorg), André Azevedo, estiveram presentes representantes da Gaviões da Fiel (Corinthians) e Urubuzada (Flamengo), que pediram iniciativas por ingressos mais baratos por conta da valorização das entradas com as novas arenas.

Proposta
Ex-presidente da Suderj, o conselheiro do Flamengo Walter Oaquim tem contatado vereadores e deputados do Rio afim de evitar que o governo do estado assine a concessão do Maracanã por 30 anos à Odebrecht. Ele argumenta que o acordo só prejudica os clubes e propõe a criação da “Fundação Maracanã”, que aliaria órgão públicos e representantes de clubes na administração do estádio.

Sem elefante branco
Segundo o prefeito do Rio, Eduardo Paes, um convênio está sendo negociado com a Confederação Brasileira de Golfe (CBG) para que o campo que está sendo construído para a Rio-2016 seja utilizado pela entidade com cursos e clínicas para crianças e jovens após o evento. Com um custo de R$ 60 milhões, a obra voltada para a nova modalidade olímpica é um dos projetos mais polêmicos dos Jogos no Rio.

Ponte aérea
A Prefeitura do Rio negocia também a construção de um hotel anexado ao campo de golfe após os Jogos Rio-2016. O empreendimento facilitaria a utilização do local por praticantes da modalidade que moram fora da capital fluminense. “Espero que o pessoal de São Paulo se mobilize um pouco para aproveitar o espaço”, diz Paes, para quem o golfe tem potencial para criar um “turismo sofisticado” na cidade.

Oportunidade
O Náutico aproveita a visibilidade com o confronto com o Flamengo, pela 3 fase da Copa do Brasil, para faturar. O clube pernambucano fechou contratos pontuais para a partida com três empresas: Shewwin-Williams, Óticas Diniz e Rafarillo Calçados. Todos os acordos foram intermediados pela agência Wolff Sports & Marketing.

Mentirinha
Em evento realizado ontem, em São Paulo, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou que os grandes eventos são oportunidades únicas para se fazer obras urbanas necessárias.

Após o Rio ser escolhido sede dos Jogos Olímpicos, em 2009, Paes se reuniu com a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e pediu ajuda do governo para a construção de cinco piscinões para acabar com os alagamentos na região da Grande Tijuca e Maracanã.

Para receber os R$ 350 milhões do governo, Paes argumentou com Dilma que seria um caos se chovesse durante a final da Copa 2014 ou na cerimônia de abertura das Olimpíadas pois ninguém iria chegar ao Maracanã por conta dos alagamentos.

– Foi uma “mentirinha boa” pois nos meses de julho e agosto não chove nem por decreto no RJ – diz Paes.

De Letra

“Só foi para Belo Horizonte quem tinha ingresso do jogo, por isso que o aeroporto funcionou”

Eduardo Paes, prefeito do RJ, utilizando exemplo da Copa-2014 para justificar que o aeroporto internacional Tom Jobim não terá problemas durante os Jogos Rio-2016.



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