Secretaria de Futebol do Ministério do Esporte ficará nas mãos do PRB



Ministro George Hilton colocará um membro de seu partido, o PRB, para assumir a Secretaria de Futebol do Ministério do Esporte

Até então sem vínculo com partidos políticos, o cargo de secretário nacional de futebol e defesa dos direitos do torcedor no Ministério do Esporte passará a ser ocupado por um membro do Partido Republicano Brasileiro, o PRB, o mesmo partido do ministro da pasta, George Hilton. O posto está em aberto desde a decisão do jornalista Toninho Nascimento de deixar o cargo e da recusa do promotor do Ministério Público, Paulo Castilho, em ocupar a função. O novo nome será anunciado nos próximos dias.

De volta ao RJ
Toninho Nascimento ocupou a secretaria nos últimos dois anos e deixou Brasília na semana passada para voltar a morar com a família no Rio de Janeiro. Oficialmente, entretanto, ele ainda é o titular da função pois sua saída ainda não foi divulgada no Diário Oficial da União, o que deve ocorrer nos próximos dias.

Ainda é cedo
Derrotado nas eleições para presidente do Palmeiras, no final do ano passado, o conselheiro Wlademir Pescarmona avalia que a contratação dos 19 jogadores para esta temporada é uma prova de que o planejamento da equipe no ano passado foi “horroroso”. E que apesar da contratação de três jogadores diferenciados (cita Cleiton Xavier, Arouca e Dudu), ainda é cedo para fazer qualquer avaliação do atual elenco.

Temas pra reunião
Pescarmona diz ainda que apesar do Conselho de Orientação Fiscal (COF) do Palmeiras ter aprovado os empréstimos de Paulo Nobre ao clube, a questão ainda precisa passar pelo Conselho Deliberativo. Além do dinheiro colocado no time pelo próprio presidente do clube, o conselheiro diz que a terceirização de 30% do programa de sócio-torcedor do Palmeiras, o Avanti, também será levada para ser debatida na próxima reunião do Conselho, em março.

Em negociação
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) trabalha junto ao Comitê Olímpico Internacional (COI) e ao Comitê Paralímpico Internacional (IPC) para que empresas que patrocinam os Jogos Olímpicos de 2016 também invistam no evento paralímpico, que ocorre na sequência. Entre os parceiros globais, os Jogos Olímpicos mantém onze patrocínios enquanto que os Jogos Paralímpicos apenas um. Entre as apoiadoras, são sete contra quatro.

Sem concorrência
A parceira mais recente a fechar acordo com os Jogos Paralímpicos é a EY (antiga Ernst&Young), que passa a prestar serviços para ambos os eventos esportivos de 2016. E mesmo as empresas que optarem por se aliar apenas aos Jogos Olímpicos, suas concorrentes não poderão fechar contratos de patrocínio e apoio à competição paralímpica.

Exemplo inglês
O trabalho do CPB para atrair a iniciativa privada tem seus motivos. Segundo Andrew Parsons, presidente da entidade, 99% da verba destinada às modalidades paralímpicas no país é de origem pública. Ele cita como exemplo os Jogos de Londres, em 2012, onde nove parceiros da competição paralímpica passaram a investir em atletas deficientes físicos após o evento.

Legado
Menos de um ano após a Copa-2014, a região de Porto Seguro, na Bahia, já se beneficia com o legado do evento.

Após ser a casa da seleção da Suíça durante o Mundial, a cidade baiana volta a receber jogadores de futebol do país europeu. Mas desta vez com atletas bem mais modestos.

Amanhã, os atletas do SV Muttenz, da 5ª divisão do campeonato suíço de futebol, desembarcam na cidade baiana para uma semana de treinos.

Eles ficarão hospedados no La Torre Resort, em Porto Seguro, e treinarão em dois períodos no Estádio Municipal Antônio Carlos Magalhães.

Nessa época do ano, o time suíço costumava visitar as praias de Punta Cana, no Caribe. Entretanto, após a Copa-2014 e a experiência da seleção da Suíça no local, decidiram mudar o roteiro da viagem.

De Letra

“Diferente de outros esportes, ficamos à frente da Alemanha”

Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, ao falar do 7 lugar conquistado pelo Brasil nos Jogos Paralímpicos de Londres.



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