Time de Ronaldo nos EUA projeta faturar R$ 26 mi com academia de futebol até 2018



Ronaldo é um dos sócios do Fort Lauderdale Strikers, time da liga americana NASL, cujo projeto envolve uma rede global de academias de futebol

Com sócios brasileiros, entre eles Ronaldo Fenômeno, o time americano Fort Lauderdale Strikers terá também uma rede global de academias de futebol voltada para crianças e jovens que se chamará “Ronaldo 9”. A primeira unidade será lançada até junho e a expectativa é vender pelo menos 100 franquias pelo mundo em três anos. As unidades vão custar entre US$ 100 mil e US$ 150 mil, o que geraria uma receita de ao menos US$ 10 milhões (cerca de R$ 26 milhões) ao projeto até 2018.

Voo de negócios
Há alguns dias, Ronaldo Fenômeno e os sócios Ricardo Geromel e Carlos Wizard Martins, este último dono da rede de idiomas Wizard, deram uma volta de helicóptero pela região de Miami à procura de um terreno para servir de “unidade-modelo” da rede “Ronaldo 9”. O projeto para as academias seguirá o mesmo adotado para a Wizard, que hoje é a maior escola de línguas do mundo.

Prazo maior
Os 20 clubes que disputarão o Campeonato Paulista a partir deste sábado, 31, poderão inscrever 10 dos 28 jogadores até a 4ª rodada do torneio, que tem início no dia 10 de fevereiro. O prazo para a inscrição dos outros 18 atletas se encerrou na última sexta, 23, e essa pré-lista não poderá ser alterada. Na reunião dos clubes realizada em novembro na FPF, o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, foi o único a votar contra o limite de 28 atletas para o torneio.

Voto contra
A próxima reunião do Conselho do São Paulo será apenas no dia 9 de fevereiro. Entretanto, opositores já afirmam que votarão contra se o “caso BWA” entrar na pauta do encontro. No projeto, o clube entregaria por dez anos a administração e arrecadação da bilheteria do Morumbi à BWA, especializada na gestão de estádios e venda de ingressos.

Loucos por dados
Lançado há dois meses, o aplicativo “Almanaque do Timão”, com dados sobre os 104 anos da história da clube, já conta com 42 mil usuários espalhados por todos os estados do país. A permanência média dos corintianos que acessam a ferramenta é de mais de 3 minutos e o índice de retenção é de 75%.

Qatarização
O Qatar poderia muito bem ser a capital mundial do esporte. O pequeno país sedia atualmente o Mundial de Handebol, deve receber a Copa-2022 e irá brigar pelos Jogos Olímpicos. Além disso, seis outros Mundiais já estão garantidos nos próximos anos.

Entretanto, o Qatar está longe de ser uma potência esportiva. Um dos motivos é sua pequena população, formada por menos de 2 milhões de pessoas e com grande parte dela de estrangeiros.

E para fortalecer as equipes do país, a saída foi atrair atletas para se naturalizar. Na seleção de handebol, por exemplo, são nove naturalizados de um total de 16 atletas.

– Respeitamos os regulamentos internacionais e o Qatar não é o primeiro a fazer isso – diz o xeque Saoud bin Abdulrahman Al-Thani, secretário-geral do Comitê Olímpico do Qatar.

De Letra

“Credibilidade não se ganha, se conquista”

Paulo Nobre, presidente do Palmeiras, sobre o bom momento do clube no mercado, que fechou dois patrocínios em menos de uma semana.



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