Verba para arena para o Guarani não está garantida, diz presidente da Magnum



Magnum pretende construir um complexo comercial e residencial onde hoje é o estádio do Guarani, o Brinco de Ouro da Princesa

Após adquirir o estádio Brinco de Ouro da Princesa por R$ 44,5 milhões em leilão realizado na última quinta-feira, dia 27, o presidente da fabricante de relógios Magnum, Roberto Graziano, diz que “poderá faltar dinheiro para a construção da arena” caso a Prefeitura de Campinas não libere todo o terreno do antigo estádio para o complexo que a empresa planeja construir no local.

“Pode ser que falte essa verba. Se isso ocorrer, vamos tentar outras alternativas, como uma parceria com a iniciativa privada ou montar um consórcio”, explica Graziano. Segundo ele, tudo dependerá do tamanho do complexo comercial e residencial que a Magnum pretende construir onde hoje é o Brinco de Ouro.

Entretanto, parte do terreno pertence à Prefeitura de Campinas e, caso não haja a liberação total para a obra, o repasse da verba ao Guarani será diminuída. O acordo é que o clube fique com 14% de toda a receita arrecadada pela Magnum com o complexo.

A afirmação de Graziano diverge do comentado pelo presidente do Guarani, Horley Senna. Em entrevista à coluna, ele afirmou que a arena estava entre as obras incluídas no acordo feito com a Magnum e aprovado em Assembléia no clube. Entretanto, esse acordo não tem valor jurídico.

Por não acreditar no acordo com a Magnum, o presidente do Conselho Deliberativo do Guarani, Paulo Souza, renunciou ontem ao cargo. “Só me restou essa opção pois não compactuo com um acordo que nem assinado está”, diz Souza, que avalia que o estádio Brinco de Ouro “foi dado de graça para a empresa”.



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