Acordo entre Guarani e Magnum não está assinado



Estádio Brinco de Ouro da Princesa foi adquirido por R$ 44,5 milhões em leilão pela Magnum e verba servirá para pagar dívidas do Guarani

O elaborado acordo entre Guarani e a fabricante de relógios Magnum para quitar as dívidas do clube de Campinas ainda não foi assinado juridicamente. Nele, a empresa construirá um complexo comercial e residencial onde hoje é o estádio do clube, o Brinco de Ouro da Princesa, e se compromete a passar 14% das receitas obtidas no local ao Guarani, além de construir um novo clube social, sede, CT e arena para 25 mil pessoas em um terreno próximo à Rodovia Anhanguera. O acordo só foi aprovado em Assembleia no clube e ainda precisa do aval da Prefeitura.

Surpreendido
Segundo Horley Senna, presidente do Guarani, essa pendência em relação ao contrato ocorreu pois “o clube foi pego de surpresa com a aparição de interessados em adquirir o estádio no leilão” e que os departamentos jurídicos das partes envolvidas irão resolver a questão nos próximos dias. Ontem, a Magnum comprou por R$ 44,5 milhões o Brinco de Ouro, que foi leiloado para quitar dívidas trabalhistas do Guarani.

Bate-boca
Ao fim do leilão realizado no Tribunal Federal de São Paulo, o presidente da Magnum, Roberto Granziano, chegou a discutir com representantes de um sheik árabe que estava interessado em adquirir o Brinco de Ouro. E foi questionado se terá mesmo condições de bancar a compra do estádio do Guarani. A coluna não conseguiu contatar Graziano.

Pedidos
Derrotado na eleição para presidente do Botafogo, na última terça-feira, 25, Vinicius Assumpção divulgou ontem uma mensagem de agradecimento aos 200 votos recebidos no pleito e aproveitou para disparar algumas críticas ao clube. Entre elas a ampliação da democracia com os sócios-torcedores tendo direito a voto, e pediu investigação para o torcedor “saber o que ocorreu na recente administração do Botafogo”.

Sem legado
Sobre o relatório “Cidades do Esporte”, realizado pela ONG Atletas pelo Brasil, da qual é uma das líderes, a ex-jogadora Ana Moser diz que o grande objetivo foi “organizar o mínimo de informações relacionadas ao esporte” devido a escassez de dados fornecidos pelas administrações municipais. O estudo contemplou dez cidades-sedes da Copa 2014, com exceção de Rio de Janeiro e Manaus, que foram procuradas pela ONG mas não validaram os resultados.

Preocupante
O estudo da ONG Atletas pelo Brasil aponta que apenas 45% das escolas têm quadras ou locais disponíveis para a prática esportiva. E segundo Ana Moser, a média é de um profissional de Educação Física para cada quatro mil alunos. “Tem capitais com 90 mil alunos para apenas um profissional. Essa carência é preocupante”, diz ela.

Só dá ele
Autor do gol do título do Atlético-MG contra o Cruzeiro, na última quarta-feira, Diego Tardelli também está em alta nas redes sociais. O atacante do Galo foi o jogador mais citado no Twitter durante a partida e seu gol foi o momento de maior pico de tuítes por minuto durante a final da Copa do Brasil, com 6.460 mensagens na rede social.

Interessada

Lionel Messi foi um ícone na briga entre as duas maiores fabricantes de material esportivo ligadas ao futebol.

Patrocinado pela Adidas, o atacante argentino defendeu por toda a carreira o Barcelona, que é parceiro da Nike.

Sem o direito de explorar a imagem de Messi, a Nike sempre se contentou em usar a imagem de outros atletas como Iniesta e Piqué nas ações do Barcelona.

Mas explora, e muito, o fato do argentino vestir o uniforme do clube com a exposição em massa de sua camisa nas lojas.

A iniciativa da rival sempre incomodou a Adidas, que sonha em ver Messi vestindo a camisa de um de seus clubes.

Com a possível saída de Messi do Barça, a empresa alemã será a maior interessada em levá-lo para o Bayern de Munique ou o Chelsea, seus parceiros.

De Letra

“Não dá mais para aguardar o governo”

Otávio Leite, deputado e autor da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, sobre a demora para o projeto ir para o Congresso.



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