Sem verba, CT de Tiro Esportivo fecha no Rio de Janeiro



Projeto voltado para os Jogos Rio 2016 é um convênio entre CBTE e o Ministério do Esporte

Lançado para os Jogos Rio 2016, um projeto entre a Confederação Brasileira de Tiro Esportivo e o Ministério do Esporte está parado por falta de investimentos. Lançada em 2013, a iniciativa visa preparar e desenvolver atletas para a competição olímpica com o suporte de psicólogos, nutricionistas, preparadores físicos e fisioterapeutas, além da manutenção do Centro Nacional de Tiro Esportivo (CNTE), em Deodoro-RJ. Entretanto, o local está fechado e os profissionais não recebem salários há três meses.

Sem documentos
Segundo o Ministério do Esporte, o projeto com a CBTE é de R$ 2,5 milhões e que a 1 parcela foi paga normalmente. Entretanto, a 2 parte está pendente ‘aguardando que a confederação envie alguns documentos’. Segundo a pasta, foi pedido ajustes no projeto e comprovação do uso dos recursos mas a CBTE enviou apenas parte da documentação. A coluna tentou contato com o coordenador do projeto mas as ligações não foram atendidas.

Intrusos
A diretoria do Corinthians já tem ciência de que os responsáveis por acender os sinalizadores durante a partida contra o Grêmio são de torcidas organizadas. E que o fato de não estarem no Setor Norte, destinado às torcidas, foi apenas para despistar.

Ainda há tempo
O caso dos sinalizadores pode render perda de mando ao Corinthians ainda neste Brasileirão. Segundo Decio Neuhaus, auditor do STJD, a Procuradoria do órgão poderá acelerar o processo para que uma possível pena seja cumprida no torneio. Nesse caso, a punição seria cumprida contra o Criciúma, dia 7, que pode definir uma vaga na Libertadores 2015. Por outro lado, Neuhaus diz que o fato do clube ter entregue uma lista de suspeitos em acender os sinalizadores ‘favorece muito a defesa’.

Nos EUA
Secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luís Fernandes participou ontem de um seminário na Universidade de Harvard, nos EUA, que abordou os desafios e oportunidades com a realização da Copa 2014 e dos Jogos Rio 2016. O painel também contou com o brasileiro Pedro Trengrouse, especialista em direito esportivo e professor visitante de Harvard.

Reconhecimento
A universidade americana ainda reconheceu como um exemplo mundial de marketing esportivo o Movimento por um Futebol Melhor, iniciativa de 13 grandes empresas que oferecem benefícios aos torcedores que são sócios de seus clubes. Com o reconhecimento, a instituição homenageará na próxima terça, 2, o diretor da Ambev, Marcel Marcondes, um dos executivos responsáveis pelo programa.

Símbolo olímpico
A tocha olímpica dos Jogos de Londres 2012 estará nas Paralimpíadas Escolares, evento que acontece em São Paulo com cerca de 600 atletas juvenis. Além de interagir com a símbolo olímpico, os visitantes também poderão participar de um passeio envolvendo os cinco sentidos: visão, audição, olfato, tato e paladar. A iniciativa é da Coca-Cola Brasil, patrocinadora do evento.

Clube da Fé

O São Paulo é conhecido como ‘Clube da Fé’. Mas a origem da alcunha tem várias explicações.

Uma delas diz Corinthians e Palmeiras se revezavam nos títulos como se tirassem no ‘cara ou coroa’. E que o São Paulo só seria campeão se a moeda caísse em pé.

Quando o clube conquistou seu 1 título Paulista, em 1943, o feito foi depositado à fé são-paulina.

Mas segundo o historiador do clube, Michael Serra, o nome surgiu em 1937.

Ele explica que nos primeiros anos após a sua reconstrução, em 1935, o clube passou por diversas dificuldades, não tendo nem mesmo um local fixo para o time treinar.

Mas mesmo com essas adversidades os atletas se superavam em campo.

E que esse fato levou o jornalista Thomaz Mazzoni a chamá-lo de ‘Clube da Fé’ em um artigo na Gazeta Esportiva.

De Letra

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Vanderlei Luxemburgo, técnico do Flamengo, sobre a postura do time no Brasileirão sem ter o que disputar.



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