Carlos Alberto Torres cita crise no Botafogo em carta a torcedores



Torres tem apoiado o candidato Carlos Eduardo Pereira nas eleições do Botafogo

Capitão do Tri do Brasil em 1970 e um dos maiores ídolos do Botafogo, Carlos Alberto Torres enviou ontem uma carta a botafoguenses em que diz ter lançado mão de “relacionamentos internacionais” para buscar investimentos e parcerias para aliviar a crise financeira do clube e formar um grande time novamente. O Botafogo realiza sua eleição à presidente na próxima terça-feira, 25, e Torres tem apoiado o candidato Carlos Eduardo Pereira. Caso ele vença, o ídolo ganhará o cargo de “Ministro do Futebol” no clube carioca.

No mesmo caminho
Único candidato a se inscrever na eleição a presidente do Atlético Mineiro, que será realizada no próximo dia 2, o atual vice-presidente do clube, Daniel Nepomuceno, pretende manter o mesmo patamar de investimentos no futebol em seu provável mandato que o praticado por seu padrinho político, o atual presidente Alexandre Kalil. Para este ano, o orçamento do clube mineiro girou em torno de R$ 260 milhões.

Cadeiras cativas
Daniel Nepomuceno já sinalizou também que manterá os diretores de seis departamentos do clube mineiro: Rodolfo Gropen (Gestão), Lásaro Cândido Resende da Cunha (Jurídico), Carlos Fabel (Financeiro), Domênico Bhering (Comunicação) e Eduardo Maluf (Futebol).

Mal-humorado
Em meio à polêmica sobre a data de sua aposentadoria, o goleiro Rogério Ceni ficou entre as cinco últimas posições em um universo de 50 atletas de várias modalidades no quesito humor, sendo citado por apenas 8,5% dos 1 mil entrevistados. Por outro lado, obteve 40,6% ficando entre os 10 primeiros entre as personalidades mais influenciadoras ficando próximo a Neymar e Kaká. Os dados são do estudo N-Score, que é realizado pela Nielsen Sports para avaliar o potencial de marketing dos atletas.

Vendas em alta
Após um mês no mercado, já foram vendidos 14 mil produtos da parceria entre Corinthians e os personagens da série Os Simpsons. Segundo a Pro-Enter, responsável pelos acordos, apenas três das seis empresas licenciadas estão com itens sendo comercializados no Brasil atualmente. A explicação da demora para colocar os outros produtos à venda é que as companhias responsáveis são importadoras.

Mais interessados
O sucesso envolvendo Corinthians e Os Simpsons já despertou o interesse de outros clubes por parcerias semelhantes. Segundo Álvaro Penteado, diretor de licenciamento da Pro-Enter, a empresa foi procurada por vários times querendo aliar suas marcas a personagens de séries de TV só no último mês.

Meio de rede
O ex-jogador de vôlei Giovane Gávio tem se reunido com o Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016 para ocupar um cargo de gestão da modalidade até o evento. A ideia é que ele faça a intermediação entre a entidade organizadora e a Federação Internacional de Vôlei (FIV) para assuntos ligados a regras e a fórmula do campeonato que será adotada nos Jogos Rio 2016. O acordo entre o ex-atleta e o Comitê deve ser selado na próxima semana.

Pro buraco

Nos últimos meses, a insatisfação do São Paulo com a Penalty era pública.

Mesmo com contrato até 2015, falavam abertamente sobre rescisão do contrato e de negociações com concorrentes como Puma, Adidas e Under Armour.

Entretanto, no último dia 21, os presidentes Carlos M. Aidar (São Paulo) e Paulo R. Oliveira (Penalty), fizeram “as pazes” e anunciaram em evento no Morumbi o uniforme para 2015 e a última camisa a ser usada por Rogério Ceni.

Apesar do goleiro já ter dito que este seria seu último ano, a aposentadoria se tornou uma incógnita após as boas atuações e a vaga na Libertadores garantida.

Mas ontem a Penalty jogou a relação pra escanteio novamente ao aposentar o ídolo Tricolor em anúncio sem nem mesmo ter consultado o próprio goleiro.

De Letra

“Fico feliz com a afirmação do Manssur. Ele falou em 6 anos; já está contando com minha reeleição”

Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo, sobre a afirmação do conselheiro de oposição José Francisco Manssur publicada ontem nesta coluna.



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