Santos lida com dívida de R$ 75 milhões



O Santos lida atualmente com uma dívida de R$ 75 milhões. Segundo o presidente do clube, Odílio Rodrigues, a gestão de Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro (Laor) deixou uma dívida de R$ 80 milhões, sendo que R$ 50 milhões já foram pagos. O valor restante soma-se à dívida de R$ 45 milhões da gestão atual, que de acordo com o presidente santista deve-se a juros bancários por conta da dívida anterior, além de prejuízos por conta da baixa bilheteria nos jogos e o longo período sem patrocínio máster na camisa do time.

Busca por votos

Durante evento da candidatura de Nabil Khaznadar à presidência do Santos, na última terça, em São Paulo, foi pedido incessantemente a cada um dos presentes que buscassem ao menos mais dez votos para o candidato. Segundo representantes da chapa, há apenas 530 pedidos de domicílio eleitoral na capital paulista e o ideal são cerca de 1,5 mil solicitações. Já a campanha de Orlando Rollo está disponibilizando ônibus em cidades do interior paulista e do norte do Paraná para associados irem até a capital paulista, local onde também ocorrerá o pleito santista.

Desconfiança
A chapa do candidato Wlademir Pescarmona discute pedir ao Conselho do Palmeiras que as votações no clube sejam em cédulas e não urnas eletrônicas, como ocorre desde 2008. A ideia surgiu após contestações às urnas usadas nas eleições gerais brasileiras. Advogados da chapa ainda estudam como seria o processo.

Sócio-organizado
Outra proposta estudada pela campanha é a criação de uma categoria especial de sócio-torcedor para as torcidas organizadas do Palmeiras. Segundo Pescarmona, a ideia é ‘institucionalizar’ essa parcela da torcida. No entanto, ele admite que precisa ter acesso ao contratos da Avanti para saber se a medida é viável.

Contra fraudes
Ás vésperas das eleições do Vasco, diversas iniciativas tem surgido para evitar fraudes no pleito previsto no próximo dia 11. Depois da possibilidade de se colocar câmeras para transmitir a movimentação dos sócios pela internet, mais uma ideia ‘anti-fraude’ foi apresentada para o dia da votação: a colocação de um segurança próximo ao quadro geral de luz da sede vascaína para evitar que haja um apagão caso uma das chapas esteja atrás durante a contagem dos votos.

Acordo fechado
A EY (antiga Ernst&Young) anunciará nos próximos dias o acordo com o Comitê dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 para ser a fornecedora exclusiva de serviços de consultoria do evento. A empresa já tem acordo com os Jogos Olímpicos no país, que foi firmado em 2011.

Legado olímpico
Na próxima semana, a EY inicia um estudo sobre o legado sócio-econômico dos Jogos Olímpicos em todo o país. A expectativa finalizar o levantamento em abril de 2015.

Outro lado
Sobre a nota publicada ontem, a assessoria do Botafogo diz que foi procurada pelo Panela FC em julho mas que não houve interesse em fechar acordo com a empresa.

SOS

Os clubes do RJ estão em uma batalha contra as dívidas fiscais e trabalhistas.

As situações são distintas, mas a maioria tem pedido a ajuda de sócios e torcedores.

A campanha do Vasco atingiu R$ 1 milhão. Até Juninho Pernambucano abraçou a causa.

Já no Flamengo, o Conselho barrou ontem uma ‘cota extra’ cobrada dos sócios para cobrir dívidas de R$ 2,4 milhão de IPTU e Cedae.

Em outra frente, o clube renegociou parte da dívida no Refis do Governo.

No Botafogo, foram os sócios-empresários que têm ajudado no pagamento da folha salarial, já que as receitas estavam travadas por dívidas trabalhistas.

Mas uma coisa é certa: todos esperam pela aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte.

DE LETRA

“Hoje eu sou o verdadeiro ‘anti-Eurico’”

Julio Brant, candidato a presidente do Vasco, sobre concentrar a maioria dos votos contrários à volta de Eurico Miranda.



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