Organizador da Indy rebate prefeito de SP: ‘Retorno é muito maior’



Formula Indy não será mais realizada em São Paulo

Em 2015, a Fórmula Indy ocorrerá em Brasília e não mais em São Paulo. De acordo com o prefeito da capital paulista, Fernando Haddad, a cidade deixou de investir R$ 35 milhões no evento por não trazer retorno financeiro para São Paulo. O motivo, entretanto, foi rebatido por Marcelo Meira, vice-presidente do Grupo Bandeirantes, que é a organizadora da Indy no país. ‘Temos dados da SPTuris de que o retorno era muito maior’, diz Meira, citando movimentação em torno de R$ 120 milhões na cidade com a prova.

Sempre ele
O Caso Neymar deve continuar agitando a política do Santos. O pré-candidato Orlando Rollo, do grupo de oposição Terceira Via, está prestes a ir novamente à Espanha para uma reunião com Marc Duch, líder da oposição do Barcelona. Duch teve acesso a novos contratos da negociação de Neymar na última semana, que serão usados por Rollo em um relatório para o Conselho do clube.

Gastos na F1
Os cerca de 18 mil estrangeiros que devem ir ao GP do Brasil vão gastar em média R$ 1,1 mil no evento, segundo pesquisa feita pelos organizadores da prova em parceria com a SPTuris. Já o gasto médio do brasileiro é de R$ 414. Os valores são gastos em lojas (38,3%), estacionamento (28,8%), alimentação e bebidas (18,7%) e táxi e transporte (14,2%).

Sem crédito
Em um universo com os 50 principais atletas que atuam no país de várias modalidades, o meia palmeirense Valdívia foi o que obteve o índice mais baixo em relação ao atributo “Confiável”, com apenas 24%. A média neste quesito ficou em 40%. O dado é do estudo N-Score, da Nielsen Sports, feito através de 1 mil entrevistas online em diversas cidades brasileiras.

GUARDA-CHUVA

As punições que atletas, clubes e entidades podem sofrer são as mais diversas possíveis dentro do futebol no Brasil.

Os artigos da lei abrangem desde agressões, irregularidades na inscrição de atletas e até por falta de ética desportiva.

Mas apesar da sua abrangência, a legislação voltada ao esporte conta com um ‘artigo coringa’ que é utilizado para todos os casos que não se enquadram em nenhum outro artigo da lei.

Foi o caso da CBF e da FPF, que podem ser punidas no caso de registro irregular do jogador Petros, do Corinthians.
Ambas as entidades foram denunciadas no artigo 191, que prevê multa de R$ 100 a R$ 100 mil.

E por abranger os mais diferentes casos, o artigo 191 é chamado no meio jurídico de ‘guarda-chuva’.

DE LETRA

“Temos que ficar no azul ou ao menos empatar”

Wilson Poit, presidente da SPTuris, sobre a realização de eventos em Interlagos para equilibrar as contas do autódromo.



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