Clubes não querem teto de gastos de 70% da receita



CBF, clubes e Bom Senso chegaram a um acordo sobre o modelo de gestão do órgão fiscalizador do Esporte, depois de se reunirem por mais de seis horas na sede da CBF, no Rio de Janeiro. No entanto,  um ponto crucial para a efetividade da medida ainda não é consenso entre as partes: o teto de gastos com o departamento de  futebol.

A questão será resolvida na segunda-feira, de forma inusitada: um troca de e-mails entre dirigentes dos maiores clubes do Brasil. A pressa em definir o ponto de conflito ocorre por que os cartolas trabalham nos bastidores para colocar a LFRE na pauta do Congresso na próxima quarta-feira, 8.

A proposta do Bom Senso para clubes e CBF foi  fixar o limite de gastos dos clubes com o departamento de futebol em 70% das receitas totais da instituição. Mas os cartolas não gostaram da proposta. Interlocutores explicaram à De Prima que os clubes têm estruturas variadas e que isso atrapalha a negociação desse teto.

Clubes que possuem uma sede social e  que oferecem serviços aos seus associados devem se adequar mais facilmente, já que uma parcela das despesas é destinada a outras atividades que não o futebol profissional. Por outro lado, muitos clubes tem como única atividade a prática do futebol profissional, e veem com desconfiança o teto proposto pelo movimento de jogadores.

 



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