Conselheiro quer ir à Justiça contra Andrés 



Romeu Tuma Junior, conselheiro do Corinthians, quer ir à Justiça contra crimes fiscais da gestão de Andrés Sanchez

O conselheiro corintiano Romeu Tuma Jr. pretende levar para o MP ou à Justiça o ressarcimento que o Corinthians teria direito pelos prejuízos causados pelo não pagamento de impostos na gestão de Andrés Sanchez. Os juros por conta da dívida fiscal somariam R$ 94,3 mi. A iniciativa de Tuma Jr. ocorre após o Conselho de Orientação (Cori) do clube vetar, na reunião da última segunda (29), uma ação contra Andrés e os ex-diretores Raul Corrêa (Finanças), Roberto de Andrade (Futebol) e André de Oliveira (Adm).

Tiro no pé
Empresário e grupos de investimento dizem que o veto da Fifa à participação de investidores não deve atrapalhar seus negócios. Uma dessas empresas foi além e afirmou que a nova legislação deve ajudar ainda mais quem quer investir em jogadores de futebol. O grupo, que pediu sigilo, diz que deve lançar em um futuro próximo uma nova categoria de participação em direitos econômicos de jogadores de futebol.
Morde…
O presidente do Coritibia, Vilson Ribeiro de Andrade, calcula que os supostos erros de arbitragem na derrota contra o Flamengo, que eliminou o Coxa da Copa do Brasil, custaram R$ 4 milhões aos cofres do clube. Leva-se em conta, segundo o dirigente, a renda dos jogos como mandante e a cota paga pela CBF para os clubes que avançaram às quartas-de-final na competição.
…e assopra
Por isso, o dirigente enviou à CBF um dossiê com 8 erros de arbitragem considerados “graves” por terem mudado o resultado final do jogo. No entanto, Andrade não vê má fé da entidade e diz que os erros foram “democráticos”. O recado para a CBF seria só uma forma de engrossar o coro por melhoras na arbitragem. Andrade estará na conferência de árbitros, jogadores e técnicos, amanhã, no Rio.
BRAÇO DIREITO
Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo, até recentemente sempre falou diretamente com a imprensa.
A postura faz parte da personalidade forte do dirigente. Porém, algumas declarações polêmicas de Aidar não foram bem-recebidas dentro do clube.
E depois da insistência de pessoas próximas, seu assessor pessoal, Marcos Roberto, assumiu a função de “testa de ferro” do dirigente. Desde então, as polêmicas diminuíram.
A função de Marcos Roberto lembra a de outra figura polêmica da gestão anterior: José Francisco Manssur, assessor direto de Juvenal Juvêncio.
Manssur se envolvia tanto na política do clube que ganhou um apelido, no mínimo, curioso: Posto Ipiranga.
Isto porquê Manssur era o primeiro a ser consultado, independente do assunto.
DE LETRA
“Nossa geração também teve momentos ruins, mas não ficávamos nessa passividade”

Magic Paula, sobre a postura da Seleção Brasileira feminina de basquete, que foi eliminada do Mundial da Turquia, ontem.


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