Caixa põe mais de R$ 0,5 bi no esporte



A Caixa patrocina desde grandes clubes, como Corinthians e Flamengo, até o Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino.

A Caixa Econômica Federal, segundo sua própria diretoria, aportou até agosto cerca de R$ 550 milhões em patrocínios para o esporte brasileiro. O valor supera o orçamento anual de qualquer entidade esportiva, inclusive a CBF. O valor mais do que triplicou nos últimos dois anos, quando o clube passou a patrocinar grandes clubes de futebol, como Corinthians, Flamengo e Vasco. A verba de patrocínio da Caixa vem sendo usada para projetos esportivos de interesse do governo federal, como o Brasileirão feminino.


O Ministério do Esporte discorda da visão de que o Refis da Copa vai matar a LRFE. Afirma que os clubes preferem o segundo ­ que tem taxa de juros mais alta e exigência de contrapartidas ­ porque o primeiro não refinancia completamente a dívida. Cita que o Refis é só para dar uma folga momentânea de caixa. Corinthians, Flamengo, Atlético-MG, Fluminense e Botafogo aderiram ao Refis.

Esperança
O Ministério do Esporte quer usar 15% do dinheiro do legado da Fifa (cerca de 100 milhões em quatro anos) para aplicar no futebol feminino. Isso dá cerca de R$ 8 milhões por ano. O valor é equivalente à 80% do patrocínio da Caixa ao futebol feminino, em R$ 10 milhões por ano. O governo ainda não decidiu o que fará com o dinheiro do legado, que é menos de 5% do lucro que a Fifa teve com a Copa do Mundo.

Vida loca
Pessoas que conviveram com o lateral Maicon na Seleção Brasileira dizem que o jogador, embora nunca tenha cometido atos de indisciplina, sempre gostou de aproveitar suas folgas de forma intensa. Na preparação e durante a Copa de 2006, um de seus principais parceiros era o atacante Adriano, que anos mais tarde admitiu ter problemas com álcool e faltava a treinos no Corinthians.

Estágio
Integrantes da Liga Nacional de Basquete (LNB), responsável pelo Novo Basquete Brasil (NBB), vão atuar na organização do jogo entre Miami Heat e Cleveland Cavaliers, em outubro, no Rio de Janeiro, válido pela pré-temporada da NBA. O evento é visto pela entidade como uma grande oportunidade de aprendizado. Além disso, vêem como positivo que a liga americana montou um escritório no Brasil.

Consideração
A CBF recebeu há duas semanas uma “pedido informal” do São Paulo referente a mais de R$ 10 milhões que teriam que ser pagos ao Tricolor pela cessão de atletas para a Seleção entre 2000 até 2014. Até o fechamento da coluna, o São Paulo não havia recebido nenhuma forma de resposta da CBF. Procurado, O jurídico da entidade não atendeu às ligações da De Prima.

Em frente
Antes acuado por ser parte investigada na Comissão de Inquérito do Santos por suposta falsa comunicação de crime no casos das carteiras fantasmas, o conselheiro de oposição Orlando Rollo assumiu que será candidato à presidência do clube. Membro da Terceira Via Santista, Rollo diz não temer a investigação, que termina a duas semanas do pleito para presidente.

CLUBINHO

 

Os ‘califas’ da CBF José Maria Marin e Marco Polo Del Nero deixaram o Bom Senso de lado na reunião com clubes nesta terça-feira, 9

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A discussão por reformas no futebol brasileiro hoje passa pela criação de um órgão fiscalizador do esporte. Ao menos no círculo CBF, clubes e Bom Senso.

A ideia é vigiar se os clubes vão cumprir o que entraria em vigor com a LFRE – que só volta à pauta do Congresso após a eleição.

De início, cada parte – CBF, Clubes e Bom Senso – iria redigir uma proposta, para que depois se definisse o melhor modelo.

O Bom Senso e os Clubes fizeram sua parte, e esperaram a CBF.

Mas a confederação mudou de ideia. Hoje, vai se reunir somente com os clubes para pautar uma proposta agradável à CBF.

Depois, devem comunicar ao Bom Senso o que foi decidido.

Fica a dúvida se o órgão terá mesmo – como já se falou – representantes de todas as classes.

DE LETRA

“Não sei se a CBF tem alguma coisa voltada para isso”

Virgilio Eliseo, diretor de Competições da CBF, sobre projetos da entidade para a categoria de base do futebol feminino.

 



  • Inácio

    O Maicon NÃO foi a Copa de 2006. Os laterais foram Cafu e Cicinho.

  • Mauvemir

    O São Paulo tem toda a razão de cobrar a CBF, pois como ela mesmo diz se uma entidade privada, os clubes tbm. são; então nada mais justo de que seja pago a cessão de jogadores para prestação de serviços à seleção.

  • joe LHP

    A imprensa por um lado demoniza o “investimento” estatal nos clubes mas por outro lado recebe uma quantia bilionária pelas propagandas das estatais, tem programa esportivo aí de tv paga que até tem o nome da CEF e o mais irônico nisso é que é um dos mais críticos em relação a patrocínio estatal aos clubes e outra segundo dados apurados no ano de 2012 a CEF gastou em propaganda cerca de 675 milhões, hj a quantia deve estar em torno de 800 milhões, se somar a Petrobras e outras estatais a quantia passa fácil os 2 bilhões de reais por ano e isso a imprensa não divulga, pq será???

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