Financeiro do Botafogo vê dificuldade em cortar despesas do departamento de futebol



Francisco Fonseca, Vice de Finanças do Botafogo.

Para o vice-presidente de Finanças do Botafogo, Francisco Fonseca, um dos agravantes da crise financeira do clube foi a dificuldade de cortar despesas do departamento de futebol no curto prazo.

O clube aumentou em 71% esses gastos de 2012 para 2013, totalizando R$ 167 milhões, enquanto as receitas do clube cresceram 26%, para R$ 154 milhões.

– No fim de 2012, fizemos uma projeção de gastos considerando anos sucessivos de aumento de receitas, mas esses problemas aconteceram e não há como sair cortando o elenco, fica mais caro do que manter o jogador – explicou o dirigente à De Prima.

Fonseca ressaltou que, segundo a Lei Pelé, se o clube rescindir o contrato do jogador, o atleta tem o direito de receber o valor total do contrato. E como o clube está sem caixa, seria mais sábio do ponto de vista financeiro manter os atletas.

– Se o clube rescinde o contrato sem ter como pagar, isso vai parar no tribunal e o valor pode mais do que dobrar – disse o VP de Finanças.
Em casos especiais, o clube conseguiu economizar gastos com salários sem pagar a rescisão, como na saída de Seedorf e Felipe Gabriel.



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