Camarotes da Arena Corinthians custam até R$ 1,2 milhão



À frente da Arena Corinthians até o dia 18, Andrés Sanchez diz que todos os 89 camarotes do estádio estarão prontos para a venda em 40 dias. Segundo ele, a procura é grande por parte de empresas e até de pessoas físicas. Cerca de 10 espaços já foram vendidos e estão sendo utilizados, mas ainda não houve pagamento pois os serviços de estacionamento e restaurante ainda não estão funcionando. O valor dos camarotes varia de R$ 650 mil a R$ 1,2 milhão, e com as cativas, podem ser 60% da renda do estádio.

Desencontro
Apesar de citar números dos espaços VIP da Arena Corinthians, Andrés Sanchez diz que nunca se envolveu na venda dos camarotes do estádio e que quem cuida dessa parte é o marketing do clube. Há duas semanas, entretanto, o departamento apontou o próprio Sanchez como responsável pela comercialização dos espaços e explicou que a equipe de marketing do Corinthians dava apenas um suporte às negociações.

Sem quórum
Carlos Miguel Aidar, do São Paulo, vem tentando articular uma reunião com os clubes da Série A para a união dos interesses dos times. A iniciativa, porém, ainda não teve sucesso. A primeira tentativa aconteceu na véspera do encontro dos dirigentes com a presidente Dilma, o que derrubou a reunião. Na última segunda houve nova investida, mas nenhum clube respondeu oficialmente o convite até o momento.

Panos quentes
Fora de campo, a contratação de Robinho ajudou a esfriar os ânimos dentro da política do Santos. A maioria dos conselheiros de oposição do clube está satisfeita com a volta do craque e considera que o salário de R$ 500 mil do jogador é aceitável. Mesmo assim, não poupam a diretoria de críticas – a maior delas a do “elefante branco” Leandro Damião.

Despreocupados
Mesmo com Anthony Garotinho, candidato ao governo do Rio de Janeiro, declarar que uma de suas propostas é devolver o Maracanã à administração pública, a Concessionária do estádio não vê motivos para se preocupar com o caso e ressalta que há um contrato firmado em andamento. Em 2013, o Consórcio Maracanã fechou um contrato de 35 anos com o governo carioca.

Preocupados
Futebol foi o assunto menos comentado na reunião do Conselho Diretor do Flamengo, na última segunda-feira. A preocupação da diretoria é a dívida com o Banco Central, que já chega aos R$ 91 milhões e tem impedido o recebimento de R$ 8 milhões do patrocínio com a Caixa. Os dirigentes trabalham com duas possibilidades: bater na tecla de que não deve nada ou que o valor do débito é menor que o divulgado.

Deliberação
Abílio Borges, presidente do Conselho do Vasco, diz que vai se reunir hoje com sua comissão jurídica para definir o que fará em relação à prorrogação de mandato dos atuais poderes do clube até novembro, mês que foi remarcada a eleição. Borges afirma que a decisão será submetida ao Conselho, que terá o direito de ratificá-la ou propor outra saída para o caso.

ANARQUIA

Flamengo x Botafogo (Foto: Paulo Sérgio/LANCE!Press)

Neste mês de agosto, o Botafogo completa três meses de salários atrasados de carteira e seis de direitos de imagens.

O problema foi comentado há alguns dias pelo técnico Vágner Mancini, que admitiu haver um distanciamento entre o elenco e a diretoria por causa do problema.

Na rodada passada do Brasileirão, o time entrou em campo com uma faixa afirmando que estavam jogando pela torcida e ganhou apoio dos torcedores.

Embora seja o primeiro time fora da zona de rebaixamento, a diretoria não tem condições de fazer cobranças ao elenco, pois a própria não arca com os seus compromissos.

Longe do ideal, o elenco botafoguense vai fazendo o que pode, sem a possibilidade de ser cobrado pelos chefes.

DE LETRA

“Vou propor que a CBF também seja incluída e seja passível de fiscalização”

Romário, deputado federal, ao comentar as emendas que pretende propôr para a Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte.



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