LFRE pode aumentar pressão contra CBF



O compromisso firmado pelo Planalto de colocar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LFRE) na pauta do Plenário pode ser uma maneira de pressionar a CBF a aceitar mudanças em sua estrutura, segundo parlamentares. ‘Se a Lei não for aprovada, a CBF fica sozinha, pois os clubes não vão fechar a conta este ano’, diz o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), relator do projeto. Na Comissão do Esporte, cláusulas sobre a CBF caíram para o projeto ter consenso, mas poderão ressurgir no Plenário da Câmara.

Debandada
A não aprovação do voto online no Santos, anteontem, foi inesperada não só pela derrota da situação em um Conselho no qual tem maioria, mas também pela debandada de conselheiros históricos do clube. O ex-presidente Rubens Mesquita, mesmo com problemas para se locomover, fez questão de ir à reunião e convenceu outros conselheiros a também votarem contra o projeto. Entre eles, o ex-presidente Otávio Adegas.

Intimidação
O presidente da Comissão Eleitoral do Santos, Ricardo Campanário, alega que a derrota da proposta de voto online, no Conselho, foi resultado de uma ação orquestrada de intimidação por parte de chapas de oposição. Segundo o dirigente, houve ameaças por meio de redes sociais antes da votação e agressões na saída da Vila Belmiro, e que pessoas tiveram que sair escoltadas. Sob sigilo, as vitimas dizem não saber se irão à Policia.

Politicagem
Fernando Horta, presidente da Unidos da Tijuca, afirma que ações movidas contra Eurico Miranda, como a exclusão do ex-presidente do quadro de sócios do Vasco pela dívida de R$ 1,3 milhão, são de interesse político por conta das eleições do próximo dia 6 de agosto. Horta, antigo desafeto de Miranda, declarou nesta semana que irá votar no ex-presidente.


Vistoria

No clássico de amanhã entre Corinthians e Palmeiras, barreiras de fiscais nos acessos das estações Arthur Alvim e Corinthians Itaquera vão verificar a autenticidade dos ingressos de quem for à Arena corintiana. O esquema não foi utilizado nos dois últimos do time no estádio, contra Internacional e Bahia. Já contra o Botafogo, às vésperas da Copa, a vistoria foi feita como teste para o Mundial, o que causou tumulto e filas de até 1 hora.

Indefinição
O Flamengo ainda não tem uma garantia para liberar a verba de quase R$ 8 milhões de patrocínio da Caixa, que está penhorada desde maio. Além de buscar o que dar como contrapartida, o financeiro do clube também trabalha para provar que a dívida de R$ 80 milhões (corrigida pelo Banco Central), da década de 90, não chega a esse valor.

Preços reduzidos
Após protestos da torcida, o Internacional anunciou ontem os valores, com preços reduzidos, para o jogo contra o Ceará, na próxima quarta-feira (30), pela Copa do Brasil. Após a manifestação, o VP de marketing, Adauri Silveira, admitiu que poderia rever os valores dos ingressos, o que de fato aconteceu. Os ingressos mais caros passaram de R$ 100 para R$ 60.

SEM MORAL

A falta de garra e atitude de Alexandre Pato em treinos e jogos já não é novidade no São Paulo.

O clube tem feito de tudo para que o jogador esteja mais disposto dentro de campo mas os esforços não têm surtido efeito.

E com a chegada de Alan Kardec e Kaká, e as boas atuações de Ademílson, as chances de Pato no time titular estão cada vez menores.

Na coletiva após o treino de ontem, no CT do São Paulo, Muricy Ramalho não poupou palavras para descrever o atual momento do atleta.

– Só talento não adianta. Ele vai ter mais chance no time titular quando tiver mais movimentação em campo. A palavra ‘time’ hoje é muito importante e ele tem que pensar dessa forma – disparou o técnico.

Pelo cenário, a saída de Pato do São Paulo é questão de tempo.

DE LETRA
“Hoje é difícil os dirigentes de futebol terem paciência com os treinadores”

Muricy Ramalho, sobre ficar no São Paulo até bater o recorde de jogos no clube. Vicente Feola está 110 jogos à sua frente.



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