PM-RJ prende mais de 120 cambistas



A PM do Rio prendeu mais de 120 cambistas no entorno do Maracanã durante a Copa do Mundo. No entanto, o número poderia ter sido maior, já que a Polícia atuou somente nos sete dias de jogos. Além disso, os dados não são definitivos. Nos seis primeiros jogos no estádio carioca, 104 cambistas foram detidos por negociar ingressos. Ontem, foram mais de 16 (os dados oficiais devem ser divulgados hoje). Cerca de 200 ingressos foram apreendidos e repassados à Polícia Civil, que prosseguirá a investigação.

Confusão
Nas horas que precederam a final da Copa do Mundo, houve confusão no acesso de torcedores em estações de metrô na região de Copacabana, no Rio. Por causa do excesso de movimento de torcedores brasileiros, argentinos e alemães, algumas estações foram fechadas temporariamente para evitar aglomerações nas plataformas, o que poderia colocar as pessoas em risco.

Adeus, hermanos
Policiais militares do Rio avisaram aos motoristas de ônibus de turismo argentinos que eles precisam deixar a Cidade Maravilhosa antes do início da manhã de hoje. Milhares de ônibus estacionaram em vários pontos da cidade, especialmente ocupando faixas em avenidas. A Secretaria de Estado do Rio de Janeiro estima que mais de 70 mil argentinos vieram para a final da Copa do Mundo.

Dominação
A partir desta semana, o Bom Senso vai intensificar as negociações por reformas na organização do futebol nacional. Deve ir a Brasília participar do esforço pela aprovação de Lei de Responsabilidade Fiscal. O movimento de jogadores, que vem ampliando sua base de apoio – se encontrarão com a presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira – diz que até a Globo se convenceu de que o calendário é ruim para os negócios.

Autopromoção
Na reta final da Copa do Mundo, após a eliminação da Seleção Brasileira nas semifinais, José Maria Marin passou a aparecer mais nas notícias do site da CBF, para tentar mostrar apoio a ele. Há inclusive fotos com o presidenciável Aécio Neves. Numa foto com torcedores na Granja Comary, Marin aparece ao lado de um cartaz, onde se lê “A derrota faz parte do caminho dos vencedores.”

Hora H
Dirigentes de clubes voam a partir de hoje para Brasília para fazer lobby pela votação da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, o que será decidido pelos líderes da Câmara na manhã de amanhã. O ex-presidente do Flamengo Márcio Braga, que também já foi Secretário Nacional do Esporte, diz que tentará se encontrar com o Ministro do Esporte Aldo Rebelo para pedir o apoio da pasta ao projeto.

Condição
O diretor geral do Vasco, Cristiano Koehler, diz que o valor inicial que receberá do contrato selado com a Umbro será usado para quitar impostos, para que o clube não perca as Certidões Negativas de Débito (CDNs). O documento é condição para o clube receber a última parcela do contrato de patrocínio com a Caixa, que termina em agosto.

REAÇÕES DISTINTAS

Brasil e Alemanha, grandes vencedores do Mundial, ficaram 24 anos sem vencer uma Copa.

O Brasil ficou na seca de 1970 a 1994, e a Alemanha não ganhou entre a Copa de 1990 e a de 2014.

Mas quando o título chegou, as reações foram muito diferentes.

Em 1994, houve um tom de revanche entre jogadores e membros da comissão técnica do Brasil. O foco da desforra era a mídia e qualquer um que criticara a Seleção.

E todos diziam que a vitória era um prêmio para o povo brasileiro.

Já os alemães, que ganharam a simpatia dos brasileiros mesmo após o 7×1, reagiram só com alegria, sem criticar.

E ainda disseram que o time e os torcedores foram cruciais para alcançar o sonho do tetracampeonato.

DE LETRA

“Sem o título, o prêmio não tem nenhuma importância”

Messi minimiza prêmio de melhor jogador da Copa, que ele recebeu após a derrota contra a Alemanha.



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