Árbitro da final da Copa é criticado na Itália



O árbitro Nicola Rizzoli foi rejeitado em sua própria Itália. Árbitro do Colégio de Bolonha, o que lhe dá a vantagem de não ser de um polo futebolístico, como Roma, Turim e Milão, Rizzoli apitou muitos jogos importantes ao longo da carreira. Mas suas atuações recentes vinham sido tão ruins que neste ano foi escalado poucas vezes, para evitar um acúmulo de críticas. Quando seu nome foi indicado para o Mundial, a escolha foi contestada por grande parte dos jornalistas, que apontaram outros nomes.

Charlatão
O chefe de arbitragem da Fifa, o suíço Massimo Busacca, mostrou desconhecimento das regras do futebol, diante de uma pergunta de um repórter, que citava um lance que poderia ocorrer em disputa de pênaltis. Primeiro disse “não comento caso concreto“, depois, ao saber que era uma hipótese, disse: “se não aconteceu, por que quer saber?” Por fim, afirmou: “a regra não é clara“. Busacca foi árbitro da Fifa e atuou em duas Copas.

Apito milongueira
A Fifa comemorou a redução no número de cartões amarelos nesta Copa do Mundo. Afirmou que isso mostra queda de violência e indisciplina – oficialmente não houve nenhum caso de simulação em todo o Mundial. Mas seu chefe de arbitragem, Massimo Busacca, revelou o verdadeiro motivo: os árbitros foram orientados a resolver as questões na conversa em vez de cartões.

Organização
Em todos os jogos da Copa, os atletas, cerca de uma hora antes de entrar em campo, recebiam orientação rápida sobre as regras do futebol e sobre certas condutas que os árbitros iriam observar mais atentamente. Paralelamente, um executivo da Fifa checava se os uniformes estavam corretos na cor e na exposição de logos, nomes e números.

Em forma
Enquanto Parreira brecou a convocação de Kaká para a Copa, os clubes que o contrataram para a próxima temporada só têm elogios em relação ao condicionamento físico do atleta. Muricy Ramalho, pelo São Paulo, e Adrian Heath, do Orlando City, afirmam que acompanharam o segundo turno do Campeonato Italiano e que o jogador se exibiu muito bem fisicamente.

Corrida olímpica
Logo amanhã à noite, horas após a final da Copa do Mundo, a Nike iniciará a estratégia publicitária já com vistas as Olimpíadas do Rio, de 2016. A marca americana lançará um vídeo em três plataformas com tema olímpico em TV e nas mídias impressa e digital para enterrar o assunto Copa. No Mundial, a Nike foi a fornecedora com mais seleções patrocinadas (10), mas ficou fora da final.

Relâmpago
Na reunião do Conselho Deliberativo do dia 16 de junho, a diretoria do Vasco disse que estava negociando um contrato de fornecimento de material esportivo, mas pediu ajuda aos conselheiros. Mas, segundo o diretor-geral Cristiano Koehler, ninguém tinha nada a repassar. Menos de um mês depois, o Vasco está prestes a fechar com a Umbro por três anos e meio.

SEM GRANA NO PARAÍSO

Quase no fim da Copa, os argentinos que estão alojados no Terreirão do Samba, no Centro do Rio, já estão no limite financeiro.

Alguns fazem pequenos churrascos a céu aberto, mas outros têm apenas feijão para sobreviver.

Restaurantes populares no Centro do Rio, mantidos pelo governo estadual, com refeição a R$ 1, têm sido pontos de encontro não só de argentinos como de sul-americanos em geral.

A Prefeitura do Rio estima que 30 mil hermanos já estão na cidade e que até amanhã o total será de 100 mil. As contas oficiais preveem contribuição de R$ 220 milhões à economia da cidade.

Resta saber o quanto os argentinos do Terreirão – e milhares de outros na mesma situação – irão contribuir para esse bolo.

DE LETRA

“Graças a Deus, Deus estava aqui neste mês.”

Massimo Busacca, chefe de arbitragem da Fifa, sobre a causa da arbitragem ‘maravilhosa’ da Copa

COLABOROU BRUNO GROSSI, DE SÃO PAULO



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