Parreira brecou Kaká na Copa



O coordenador da Seleção, Carlos Alberto Parreira, teve papel-chave na ausência de Kaká na Copa. O nome do meia foi discutido em razão da falta de experiência da equipe brasileira. Parreira tem resistência a Kaká e muitas vezes disse que se desapontou com o rendimento dele na Copa 2006 – apesar de os astros terem sido Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo e Adriano. Um dos argumentos para barrar Kaká foi a condição física, mas Orlando e São Paulo atestam que ele está em forma.

Pós-Copa
Numa entrevista ao jornal italiano “La Repubblica“, o ex-jogador Zico, que disputou as Copas de 1978 a 1986, criticou o estilo de jogo da Seleção Brasileira. Disse que os jogadores brasileiros não estavam jogando a Copa com alegria e que havia pressão demais sobre eles. Zico disse que o trabalho da Seleção precisa ser recomeçado do zero. Ele reclamou da participação dos jogadores nos programas de TV.

Bairrismo na TV
Até as quartas de final, os argentinos assistiram mais à Seleção Brasileira do que os brasileiros à Argentina. Enquanto as partidas da canarinho registraram média de audiência de 28 pontos na Argentina, a equipe de Messi teve média de 25 pontos entre os brasileiros. Considerando só a primeira fase, aconteceu o inverso: jogos do Brasil tiveram 26 pontos no país vizinho, contra 25 de jogos dos hermanos na TV brasileira.

Dominação
Ainda havia ontem ingressos disponíveis para a Copa do Mundo, que terminará no domingo. O site da Match, que detém os direitos exclusivos de venda de lugares VIP e de camarotes, anunciava ingressos para a decisão de terceiro lugar, entre Brasil e Holanda, amanhã, em Brasília. Para a final, os ingressos estão esgotados há mais de dois meses.

Momento
O deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) aproveitou o momento de caça às bruxas pós-derrota da Seleção para colocar a Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte na pauta dos líderes na Câmara. Se houver consenso, o projeto deve ir ao Plenário na semana que vem. Caso não consiga, pode perder este momento, já que na outra semana a Câmara dos Deputados entrará em recesso e só voltará em agosto.

Time fechado
Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo, e Ataíde Gil Guerreiro, VP de Futebol, negaram que o clube tenha intenção de vender Alexandre Pato. Segundo Guerreiro, o clube montou o atual elenco “galáctico” para vencer o Brasileiro e a Copa do Brasil, e que não há o menor interesse em negociar os medalhões do clube, mesmo se a oferta agradar ao clube financeiramente.

Apoio de peso?
O Bom Senso FC está mais otimista com mudanças no calendário. Em reuniões realizadas durante a Copa, os líderes do movimento dizem ter sentido que a Globo também se convenceu de que o atual calendário está sendo prejudicial ao seu negócio. A emissora estaria preocupada com a queda de audiência – provocando reclamações de patrocinadores – e temeria o pós-Copa.

FINAL DOS PAPAS

Papa Emérito Bento XVI e Papa Francisco

A final da Copa do Mundo entre Argentina e Alemanha já ganhou um apelido na imprensa internacional: O duelo dos papas.

A razão é que o papa Francisco (Jorge Bergoglio) é argentino, e o antecessor dele, papa Bento XVI (Joseph Ratzinger) é alemão.

As diferenças copeiras entre os dois não se limitam à nacionalidade. Segundo a assessoria do Vaticano, Bento XVI não gosta de futebol e não assistiu à Copa.

Já Francisco é fã confesso do San Lorenzo, e a máscara dele é sucesso entre os argentinos que vieram ao Brasil para ver Messi & Cia.

Uma coisa é certa. Se o resultado da decisão refletir a popularidade dos dois papas, a Argentina dará um banho de futebol nos alemães.

DE LETRA

“Não tenho rancor, ódio. Ele até me ligou no dia seguinte”
Neymar, sobre a entrada dura de Zuniga que o tirou da Copa.



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