Brasil é o favorito de grupos extremistas do Oriente Médio



Os brasileiros e estrangeiros que vieram ao Brasil para acompanhar a Copa do Mundo têm mais um motivo para não acreditarem em ameaças terroristas durante o evento.

Uma pesquisa do site norte-americano Vocativ reuniu dados das páginas de grupos extremistas do oriente médio no Facebook e chegou à conclusão de que o Brasil goza de extrema simpatia entre os ‘jihadistas’ islâmicos.

Esse grupos, normalmente associados ao terrorismo, costumam proibir qualquer referência ocidental, mas o futebol parece ser uma exceção.

O país do futebol não é o primeiro na preferência desses grupos, que no geral escolhem torcer pela Argélia, único islâmico a jogar o Mundial. Mas é o segundo colocado com folga, a despeito de toda a distância física e cultural que existe entre a cultura brasileira e a islâmica.

No Hezzbolah, que atua no Líbano, o Brasil é o time de 17% dos ativistas do movimento.  O grupo é um dos únicos que tolera o futebol, e até organiza competições  do esporte no país.

Já a famosa Al-Qaeda, responsável pelo atentado de 11 de Setembro, prefere a Argélia ao Brasil (21% X 13%). O Hamas, da Palestina, segue a tendência: Brasil é o time de 16% de seus seguidores, contra 34% de preferência pela Argélia.

O futebol costuma dividir os grupos extremistas islâmicos ao redor do mundo, desde o desprezo total ao uso do esporte como arma política.

O Boko Haram, grupo nigeriano que recentemente ficou famoso por sequestrar mais de 300 meninas em seu país e chocar a imprensa internacioanal, proíbe que seus soldados assistam futebol.

Do outro lado da moeda, o sírio ISIS (Islamic State of Iraq and Syria) chegou a enganar fãs do futebol ao redor do mundo ao publicar um vídeo onde o jogador francês Diarra era um dos ativistas do grupo. A repercussão foi tanta que o atleta teve negar publicamente qualquer ligação com o movimento jihadista sírio.

 



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