Corinthians pode trocar sede por arena



Conselheiros do Corinthians de várias tendências discutem seriamente a ideia de entregar o Parque São Jorge, a sede, como pagamento da Arena de Itaquera. O raciocínio dos conselheiros é que o clube social ficará às moscas, quando os jogadores não o visitarem mais. E assim dará mais prejuízo e perderá o sentido. Sem ele, o clube se focará no futebol, que para eles é o que interessa.

Prescreveu
O ex-presidente e pré-candidato à presidência do Vasco Eurico Miranda sustenta que o clube não pode excluir os sócios suspeitos do chamado Mensalão. Diz que esses sócios já pagaram 12 mensalidades e que o clube, por demora, perdeu a chance de recusá-los.

Da água pro vinho
Diretores do São Paulo que estavam no cargo na gestão anterior apontam que o presidente Carlos Miguel Aidar implantou nova dinâmica. Dizem que Aidar usa a informática, é ágil nas respostas e organizado. A quantidade de elogios indica o modo como viam os tempos de Juvenal Juvêncio.

Clima de Copa
Nesta segunda-feira, o juiz da 11ª Vara Federal, em São Paulo, vai decidir sobre pedido de decisão liminar para obrigar a Fifa a mudar os horários de alguns jogos da Copa do Mundo nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A ação foi movida pela Federação Nacional dos Atletas (Fenapaf) no início da semana.

Sem máscaras
O diretor de Futebol do Fluminense, Paulo Angioni, confirmou o que seus superiores tentaram negar por meses. Admitiu que promoveu a paz entre os presidentes da Unimed, Celso Barros, e do Fluminense, Peter Siemsen, derrubando o discurso de ambos de negar que estavam brigados.

Guerra das cervejas
A Brahma alfinetou a propaganda que rendeu críticas à Heineken. Enquanto esta sugeriu às mulheres comprar sapatos durante a final da Liga dos Campeões, hoje, deixando os maridos ver o jogo, aquela fechou parceria com 165 bares no Brasil e dará hoje chope de graça às esposas.

Projeto ruim
A oposição são-paulina, acusada pelo fracasso do projeto de reforma do Morumbi, não vê o preço do projeto (R$ 460 milhões) como culpado pela insucesso, mas sim o modelo de negócio e a supervalorização das receitas futuras. Segundo um conselheiro, a falta de empresários interessados mostra que o modelo era “irreal”. 

Pressão
Grupos de oposição do Vasco pressionam a diretoria a não fechar contratos por um período maior de seis meses, sem  passar pelo Conselho, para que a nova diretoria não fique presa a contratos antigos. A pressão é especial em relação ao material esportivo. O mandato acaba em 5 de agosto.

O outro preço
A equipe de Andrés Sanchez vem dialogando nas redes sociais com torcedores revoltados com o alto preço dos ingressos na Arena Corinthians. A aceitação de uma nova política de preços é essencial para que o estádio tenha a receita que Andrés considera necessária para pagar a construção.

De Letra

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