Por Pinga, 51 procura Santos para ação de marketing



Aproveitando o apelido do jogador, a Pirassununga 51 procurou o meia Pinga, do Santos, para patrociná-lo. A intenção era que o atleta usasse a camisa de número 51 em campo. O Santos, porém, não permitiu a ação de marketing, já que a imagem do clube poderia ser prejudicada com a associação com uma bebida alcoólica.

Na sua apresentação na Vila Belmiro, Pinga explicou o apelido e negou qualquer relação com o destilado. Quando criança, o jogador era chamado de Pingo, por causa de seu tamanho, de ser um “pingo de gente”. Depois, um empresário confundiu seu nome, passou a chamá-lo de Pinga e pegou.

No jogo do último domingo, entre Santos x Corinthians, Edu Dracena jogou com a 21, por causa dos 21 anos de existência da Corr Plastik, presente no mercado de tubos e conexões. Já Neymar e Paulinho usaram a 360, em uma ação para divulgar a nova plataforma da CSU, empresa de máquinas de cartão de crédito.

Não é recente o uso do número do jogador em iniciativas de marketing. Em 1997, no Corinthians, Túlio Maravilha não podia usar a camisa 7 (a sua preferida), porque ela já tinha Marcelinho Carioca como dono. O Excel, patrocinador do clube na época, aproveitou-se do momento para propor uma ação. Túlio usou a camisa 12, normalmente utilizada pelo goleiro reserva, para divulgar os 12 dias que o banco dava de cheque especial sem juros.

A Lei Brasileira não permite que os clubes façam propaganda de destilados em uniformes e estádios.



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