São Paulo cogita fechar Morumbi para obra ser entregue na gestão de Juvenal



A diretoria do São Paulo estipulou um novo prazo para o fim da construção da cobertura do Morumbi: o último mês da gestão do atual presidente, Juvenal Juvêncio, em abril de 2014. No entanto, com os atrasos para o início das obras, diretores do clube já colocam o fechamento do estádio no final do ano como a única saída possível para o final feliz.

Do último planejamento feito pelo São Paulo e pela Andrade Gutierrez, a reforma está 30 dias atrasada e deve demorar pelo menos mais um mês e meio até de fato começar. A diretoria do clube diz que está trabalhando lado a lado com a construtora e que vai pressionar para a interdição do estádio, se esse for o único jeito para terminar a obra no tempo desejado.

O São Paulo recusou dois shows para os meses de setembro e novembro, já considerando a possibilidade do Morumbi estar fechado. O plano inicial que os diretores têm discutido é de não abrir as portas do estádio entre outubro de 2013 e fevereiro de 2014. Desde que a construção foi definida pelo São Paulo, a interrupção do funcionamento do Morumbi sempre foi rechaçada pelo clube.

Segundo a diretoria, a decisão ainda vai depender de dois elementos: oxigênio e caixa. Depois do início da reforma, não pode haver nenhum imprevisto, para que as obras durante o tempo de casa fechada garantam a entrega até o mês de abril de 2014. Além disso, o clube precisa ter dinheiro suficiente para bancar um ritmo mais acelerado na construção. A diretoria do São Paulo e Andrade Gutierrez deve definir o que vai ser feito com o Morumbi apenas depois de as obras começarem.

Shopping Cícero Pompeu de Toledo

No prazo de um ano e meio, a diretoria do São Paulo quer colocar cerca de 80 lojas no anel térreo da casa, o Morumbi Concept Hall, o corredor dos camarotes.

A inauguração da loja conceito da Semp Toshiba (patrocinadora principal do São Paulo) no Morumbi, que aconteceu na noite de segunda-feira, foi uma das primeiras demonstrações do que o São Paulo planeja fazer no estádio.

– A gente quer é que isso funcione de fato como um shopping – disse o vice presidente de marketing do clube durante o evento, Julio Casares.

A Semp Toshiba foi a terceira a ocupar esse espaço. Antes dela, uma agência de turismo e uma corretora de seguros abriram as portas e já estão funcionando. Ainda não há nenhum outro contrato fechado, mas há negociações com uma concessionária e empresas do setor de varejo e bancário.

Ainda no sentido de deixar o local mais confortável e parecido com um shopping, a diretoria decidiu trocar o piso e a iluminação do local, reformas que ainda não estão terminadas.



MaisRecentes

Permanência de Diego Souza ajudou a estabilizar pressão no São Paulo



Continue Lendo

Caso “HD do Vasco” pode terminar com nova eleição. Correntes políticas já se movimentam



Continue Lendo

Rodrigo Caetano está por detalhes para fechar com o Internacional



Continue Lendo