“Minha missão é evitar que se repita o desastre de 1950”, diz Marin



New president of the Brazilian Football Confederation (CBF) Jose Maria Marin attends a news conference in Rio de JaneiroQuase um ano depois de assumir a presidência da CBF, José Maria Marin já trocou todos os técnicos da seleção, o comando da arbitragem e organizou a Série D. Neste ano, pretende entregar a Granja Comary e a sede da CBF. Mas nos pontos cruciais, como calendário e segurança, nada foi feito e pouco deverá ser feito.
Marin, que nunca esperou ser o presidente, nestes meses, mostrou seu estilo. Ao contrário de Ricardo Teixeira, gosta de futebol, e gosta de defender suas ideias. Marin assegurou a ascensão de Del Nero como um cartola de nível mundial, manteve os compromissos (e a gorda mesada) de Teixeira.
Nesta entrevista, Marin oscilou de um extremo a outro diante das perguntas. Em algumas, assumiu posições, não se esquivou das polêmicas. Em outras, voltou à época da sua juventude. Como um bom ponta-direta, saiu driblando. Às vezes ia no grito.

LANCE – Qual é o balanço destes dez meses à frente da CBF?
José Maria Marin –
Em março vamos completar um ano. No campo futebolístico, organizamos as diversas Séries do Brasileiro. O futebol da CBF não se resume à Seleção Brasileira e Série A. Temos outras Séries . Muitos pregavam a extinção da Série D., mas a CBF não mediu esforços e está subsidiando. Pagamos viagens e hospedagem para uma delegação de 25 pessoas e sete bolas por equipe por jogo. O investimento é de R$ 23 milhões. Com isso, há um anseio dos clubes em participar.

L! – E para os próximos dois anos?
Marin –
Só penso neste ano. Estamos trabalhando para entregar a nova sede da CBF. Compramos um prédio de três blocos na Barra, e estamos reformando. Vamos dar mais condições de trabalho para os funcionários e vamos ter uma instalação que será o Cartão de Visistas da CBF.

L! – O que será?
Marin –
No térreo vamos criar o Museu do Futebol Brasileiro. Nós temos o maior acervo do futebol mundial e não temos um local adequado para expô-lo. Consultamos várias empresas e contratamos aquela que fez o projeto do Museu do Barcelona. O projeto está em fase final. Depois será definido o orçamento e começaremos as obras. Na cobertura, teremos um restaurante e o salão nobre.

L! – E a reforma da Granja Comary?
Marin –
Nós tínhamos um terreno para fazer um CT no Rio, mas o projeto não foi para a frente e estamos reformando a Granja. A principal reforma é nos alojamentos. Os ateltas passarão a ter suítes individuais. Além de mais privacidade, os atletas terão mais espaço, os quartos foram aumentados. Os banheiros serão reformados e serão trocados todos os móveis e camas. O que for descartado será doado para as vítimas de Xerém, em Duque de Caxias, e à Prefeitura de Teresópolis.

L! – Voltando ao campo esportivo, como você viu a eliminação do Brasil no Sul-Americano? Nós noticiamos que o técnico Emerson Ávila estava cumulando as três seleções de base: sub-15, sub-17 e sub-20.
Marin –
Qaundo eu cheguei, essa situação já existia (NR não foi assim, Ney Franco (sub-20) saiu em julho de 2012 e Marquinho Santos (sub-17, em setembro). Não quero me alongar, mas digo que foi uma tremenda decepção.  Para não dizer que a CBF não deu apoio, eu fui até San Juan (ARG) antes do jogo contra a Venezuela, ganhamos 1 a 0, e depois voltei.

L! – Aproveitando o gancho da sua viagem à Argentina, estamos vendo o senhor muito ativo, viajando muito. O poder rejuvenesce?
Marin –
Não é o poder. É o esporte. Eu sempre fui esportista, nunca fumei. E também tenho uma missão, que é impedir que se repita a tragédia que aconteceu em 1950. Naquela época, eu jogava pelo São Paulo e acompanhei pelo rádio. Mas eu me sinto mesmo rejuvenescido. Eu trabalho 20 horas por dia. Estou rouco de tanto falar.
Voltando ao episódio do Sul-Americano, quero dizer que eu delego, não convoco ninguém, não insinuo para convocar ninguém, mas eu cobro depois. Não temos compromisso com ninguém, com dirigente, jogador, com quem quer que seja. Só com o torcedor. Eu entendo muito de futebol, porque já fui jogador,

L! – O senhor disse que não tem compromisso com ninguém. Nem com o Marco Polo? O senhor já está até fazendo campanha para ele…
Marin –
(Risos) Qualquer pessoa tem direito de fazer campanha. Mas eu não vou interromper meu trabalho para ajudar qualquer candidato. Existe uma afinidade, mas eu não vou pedir voto para ele. Ele não está só por amizade ou gratidão. Se alguém se apresentar como candidato, não vou ficar magoado.

L! – O Marco Polo teve um papel fundamental, para que o senhor assumisse no lugar do Ricardo Teixeira. A indicação do Marco Polo para o Comitê Executivo a Fifa já era um prenúncio de que ele irá substituí-lo?
Marin –
Não. São coisas diferentes. Quando o Ricardo Teixeira saiu da Fifa, corríamos o risco de perder aquela cadeira. Não é a CBF quem indica, mas a Conmebol. O Uruguai estava de olho na vaga . O Marco Polo já fazia parte da Conmebol e eu estava chegando. Ele era a solução natural, para que não perdêssemos a vaga, como aconteceu na comissão de arbitragem.

L! – Quando o senhor soube que iria substituir o Ricardo Teixeira? Sabe-se que ele e o Marco Polo estava conversando pelo menos desde novembro, se não antes.
Marin –
Só soube alguns dias antes da saída dele. Não sou de ficar perguntando essas coisas. Foi o Teixeira que me disse, não o Marco Polo. E ele só me escolheu porque sabe que eu seria fiel a ele, antes e depois de assumir. Depois de tomar posse, eu não mudei em nada.

L! – O que ele diz de tão importante para merecer um pagamento de R$ 130 mil por mês?
Marin –
A CBF tem muitos contratos comerciais. Todos foram assinados na gestão dele. Alguns são bem longos, de forma que estou tentando renegociar para ver se a gente consegue arrancar mais alguma dinheiro. O Teixeira está a par de todos. Assim assinamos um contrato com ele de um ano, que termina em março. Mas estamos aprendendo a entender os contratos. É possível que a gente encerre esse contrato antes de março.

L! – Com que frequência o senhor fala com o Ricardo Teixeira? Toda semana?
Marin –
Eu falo com ele quando preciso. Por exemplo, no fim do ano falei com ele para desejar Boas Festas.

L! – Quantas vezes o senhor já esteve com ele depois que assumiu?
Marin –
Estive com ele uma vez fora daqui.

L! – E aqui? Já esteve com ele?
Marin –
Não, que eu saiba ele não veio mais para o Brasil. Mas não posso afirmar.

L! – O Andrés disse que foi traído por você e o Del Nero no episódio do Mano. Como responde a isso?
Marin –
Houve alguma má interpretação do que ele disse. Tenho certeza de que o Andrés não se julga traído pelo José Maria Marin.

L! – Ele reclama que quando vocês o chamaram para discutir a situação do Mano, você já tinha decidido pela sua saída…
Marin –
E isso é verdade, eu não vou negar. Mas eu tenho o maior respeito pelo Andrés como dirigente.

L! – Vocês têm conversado?
Marin –
Muitas vezes. Nós nos falamos no Natal, no fim de ano. É uma relação normal.

L! – Há algum tempo quero lhe fazer uma pergunta em particular. Soube que o senhor negociou com o Felipão bem antes de ele sair do Palmeiras, que quando ele venceu a Copa do Brasil, em julho, já tinham conversado.
Marin –
É pura intriga! Não é verdade. Nunca falaria com algum técnico sem falar antes com o presidente do clube. Guarde isso para você me cobrar. Eu respeito a hierarquia e disciplina. Não vou a nenhuma cidade sem falar com os presidentes de federação e até dos clubes. Só depois falo com o governador e o prefeito.

L! – Só falou com o Felipão depois que ele saiu do Palmeiras?
Marin –
Bem depois. Quem ele falou isso é mentiroso.

L! – E o Mano, por que o senhor do demitiu justamente na hora em que ele estava começando a vencer?
Marin –
Vocês mesmos, jornalistas, estavam dizendo que os adversários eram fracos. E essa é a verdade.

L! – Quem escolheu os adversários?
Marin –
Quem escolhe é a empresa que detém os direitos dos amistosos, no exterior e no Brasil. O que eu puder lutar é ter No ano passado, à custa de muita pressão nossa, conseguimos que eles marcassem jogos com equipes mais fortes em 2013. Já existe o contrato de uma empresa lá fora, que faz os contratos dos amistosos, de todos os amistosos, inclusive no Brasil. Vou te dizer que os amistosos no Brasil dão prejuízo. A CBF tem prejuízo.

L! – Como a CBF tem prejuízo se ela vendeu os amistosos a essa empresa?
Marin –
(silêncio) O prejuízo é na bilheteria.

L! – A CBF tem uma parte da bilheteria?
Marin –
Tem.

L! – Um tema muito importante é o calendário. Até quando teremos o Campeonato Brasileiro sendo interrompido no meio por Copa América, do Mundo das Confederações?
Marin –
O nosso país é atípico, pelo seu tamanho. Cada estado é um país. Se eu prometesse mudar o calendário, eu estaria criando uma falsa ilusão. Além disso, se eu matasse os estaduais, iria matar o surgimento de muitos jogadores. Veja o caso do Hulk. Surgiu no Vitória e foi para a Europa. Se adotarmos o calendário europeu, causaríamos um transtorno no Brasil inteiro. Enquanto for presidente, o calendário não vai mudar. Veja por exemplo, a Copa do Nordeste seria prejudicada.

L! – Mas a Copa do Nordeste é justamente uma mudança do calendário. Por que, em vez de obrigar os clubes grandes a jogar com os pequenos, pensar num modo de ajudar os clubes pequenos, inclusive a melhor a gestão?
Marin –
A CBF não pode pagar pela incompetência do dirigente.

L! – A CBF tem mais de 300 milhões de receita por ano Por que não usar uma parte disso para ajudar os clubes a se desenvolver.
Marin –
A CBF tem suas obrigações fixadas em estatuto. Eu não posso fugir um milímetro. Além disso, uma mudança drástica pode causar um dano grande ao futebol. O nosso papel é trabalhar pelo bem do futebol. Por exemplo, a arbitragem. Estamos investindo muito na arbitragem, ela está melhorando. E, repetindo, não temos compromisso com ninguém.

L! – Foi bom o senho tocar nesse assunto. Quando você assumiu, o presidente de uma das federações rebeldes disse que, com paulistas no comando da CBF, a arbitragem não poderia ficar com São Paulo. Dias depois, houve um acordo e acabou a rebelião. Meses depois, o senhor trocou o paulista Sérgio Correia pelo carioca Aristeu Tavares. Isso não é compromisso político?
Marin –
Isso foi para satisfazer a arbitragem. Se fosse satisfazer dirigente, estaria trocando a toda hora. Mas posso trocar de novo. Ninguém, a não ser pessoa eleita, tem seguro comigo.

L! – Vamos voltar ao Marco Polo, eu li que alguns assuntos da CBF estão na mão dele. Isso inclui arbitragem…
Marin –
Eu deleguei alguns assuntos a ele, mas a palavra final é minha. O regime é presidencialista. Eu delego porque eu o considero competente. Outra pessoa que colabora é o Reinaldo Carneiro Bastos (NR: vice da FPF).

L! – O Reinaldo vai ter um cargo na CBF neste ano?
Marin –
O Reinaldo já estava aqui quando eu cheguei. Ele cuida da Série B (NR: Teixeira o colocou na função em 2011). Ele também organizou a Série D. É um grande colaborador.

L! – Então qual será a providência que tomarão em relação à matéria do LANCE! que mostrou que a comissão de arbitragem promoveu um bandeirinha novato para o quadro da Fifa? Esse bandirinha foi promovido pelo Aristeu duas vezes em poucos dias…
Marin –
Eu não estava sabendo disso. Vou mandar apurar e dependendo da conclusão vou tomar uma
providência.

L! – Vamos falar um pouco de segurança. Quando a CBF vai começar o cadastramento que prometeu fazer?
Marin –
Eu não conheço esse projeto, só ouvi falar. Eu tenho muita preocupação com a volta da família e em especial as crianças ao futebol. É nossa obrigação dar tranquilidade para as famílias irem ao futebol.

L! – Concretamente o que será feito?
Marin –
Eu convidei o ex-promotor Fernando Capez (NR: Capez foi o promotor que conseguiu a extinção de torcidas organizadas de São Paulo, no fim dos anos 90) meu grande amigo. Podemos criar um departamento destinado à segurança dos estádios.

L! – Um assunto que não pode faltar aqui é o COL. O que o senhor faz no COL?
Marin –
Toda semana eu vou ao COL, quando estou no Brasil e me inteiro dos assuntos e Mas um ponto precisa ser esclarecido. O COL não participa de nenhuma concorrência, tomada de preço. O COL é um órgão de informação e de acompanhamento. O COL não tem nada a ver com os estádios.

L! – Mas o COL não cuida da organização?
Marin –
O COL participa da organização, mas é um órgão de informação. O Ricardo Trade, na minha ausência, é o responsável pelo COL Nós conversamos todos os dias.

L! – Qual é o dia da semana que o senhor dá expediente no COL?
Marin –
Uma vez por semana eu passo no COL para assinar os documentos, mas não tem dia específico.

L! – Por que você trocou a Joana Havelange pelo Ricardo Trade?
Marin –
Não houve nenhuma mudança. Mas, como o Ricardo Trade tem mais facilidade de locomoção, ele tem mais contato comigo. Mas a Joana continua com a mesma atribuição e a mesma confiança de mim.

L! – O que o Ronaldo e o Bebeto fazem no COL?
Marin –
Eles não são embaixadores. São participantes. Mas eles são grande promotores do Mundial.

L! – Como está a relação com a presidente Dilma Rousseff? O senhor já conseguiu uma audiência com ela?
Marin –
Eu nunca pedi audiência para a presidente. Minha preocupação é cuidar do futebol, Tenho o maior respeito por ela, mas nunca pedi. Pretendo pedir uma audiência para oferecer um projeto que dá uma contrapartida a para que os clubes possam pagar sua dívida.

L! – Quando o senhor foi deputado estadual, nos anos 60, o senhor foi um entusiasta do governo militar.
Marin –
Não (interrompendo). Eu não fui entusiasta. Eu respeito o poder constituído.

L! – Mas o golpe militar justamente derrubou o poder constituído.
Marin –
Estou me referindo a um poder estável, que faz o país ser produtivo…

L! – Qual é sua relação com Paulo Maluf de quem foi vice-governador?
Marin –
(Fica sério) Eu continuo amigo do homem Paulo Maluf.

L! – E com o Lula?
Marin –
(Relaxado) O Lula e eu nos falamos quase diariamente. Nos damos muito bem. O Lula gosta muito e entende muito de futebol.

L! – Vamos falar de Copa do Brasil, até que ponto a Globo intereferiu na mudança do formato com o
Marin –
Nós atendemos a um pedido de um só de uma empresa, atendemos ao futebol brasileiro, mas no mundo inteiro, o esporte em geral depende dos meios de comunicação.  E não vamos tapar o sol com a peneira. Nós ajustamos o interesse de todos, dos clubes e da TV. Mas não houve um “faça isso, faça aquilo”  .

L! – Qual é o valor dos direitos da Copa do Brasil?
Marin –
Alguns contratos tem a cláusula de privacidade. Você pode perguntar aos clubes?

L! – Mas os clubes não sabem o todo, só as cotas que recebem…
Marin –
Eu não posso dizer que seria uma deselegância falar de um contrato de terceiros.

L! – Acho que o senhor está fazendo uma confusão. Não estou falando do Brasileiro. O contrato da Copa do Brasil é assinado pela CBF…
Marin –
Eu te prometo que vou ver esse assunto

L! – Falando em Seleção, o senhor vai continuar a ver a lista de jogadores antes da convocação?
Marin –
Sim, mas nada muda. O técnico é que convoca.

L! – O que o senhor conversou com o Ronaldinho na festa da CBF? Prometeu a convocação dele?
Marin –
Não, quem convoca é o Felipão. O que eu lhe disse é que o comportamento fora de campo é muito importante também. Copa do Mundo é mata-mata. O jogador precisa se cuidar muito.



  • Alexandre garcia

    Infeliz a capa do Lance do Rio de Janeiro, hoje o Lance acaba de perder um assinante. Brincadeira sim, desrespeito NUNCA!

    • Thiago Ferreira

      Gosto do Lance de SP, que nada tem a ver com isso. Nunca vi manchete do Lance paulista mandando chupa para nenhum clube carioca.

      Porém, se o Lance do RJ for mandar “chupa” para todos os clubes que tiverem negociações frustradas daqui para a frente, se redimirá em parte.

      Se ficar só nessa, do Corinthians, infelizmente a justificativa que apresentou, terá sido mais ridicula ainda, pois ficará comprovada a discriminação, e isenção jornalistica.

  • Ernesto Castro

    Olha a cara desse cidadão! Alguém tem certeza que ele não fazia parte da ditadura militar? Olha a cara de torturador, manipulador… Ainda que não tenha feito parte da ditadura militar, ele faz parte da ditadura da CBF, não muda muita coisa. E se tem responsáveis pela decadência do futebol brasileiro é essa corja da CBF: Ricardo Teixeira e seus laranjas, entre eles esse Marín. O futebol brasileira está, na verdade, FUDID*

    • Ivan Mello

      “Quem vê cara, não vê coração !”
      Ele é muito, mas muito melhor que o Ricardo Teixeira !
      E essa, sempre foi minha maior preocupação.
      Não podemos repetir o desastre de 1950 !

  • Augusto

    Desastre? Que homem pequeno e mesquinho. O dia que perder uma partida de futebol for desastre, eu desisto de acompanhar o esporte.

  • glauber

    Fica tranquilo Marin, não vai a ver desastre, o brasil não passa das 4º de final

  • Fabiano Hungaro BIajoli

    A CBF NAO AJUDA EM NADA OS CLUBES BRASILEIROS , A CBF NAO ESTA NEM AE COM FUTEBOL BRASILEIRO , TANTO AS SERIES A B C D , VENDERAM OS AMISTOSOS DA SELECAO BRASILEIRA PARA UM GRUPO DE ESTRANGEIROS SENDO QUE A SELECAO É DO POVO BRASILEIROS , MAS SABE PORQUE PRA ELES LUCRAREM E NAO TER GASTOS NENHUM ENQUANTO ISSO OS CLUBES ESTAO FALIDOS POBRES E INSVESTIMENTOS PARA PADRONIZAR E INVESTIR NAS CATEGORIAS DE BASE ESTA CADA VEZ MAIS ESCASSO, E OUTRA ASSIM COMO FPF E MARCOS PAULO DEL NERO É OUTRO MEDIOCRE , SUA FEDERACAO PAULISTA NAO AJUDA EM NADA OS CLUBES, SÓ A GASTOS , CAMPEONATO SUB 17 15 13 SAO PRECOS ABSURDOS , É ASSIM NOVO FUTEBOL E POVO NAO TEM PODER DIANTE DISSO , COMO VAMOS TIRAR ESSES BANDINDOS DO NOSSO FUTEBOL.

  • Fabiano Hungaro BIajoli

    RICARDO TEIXEIRA GANHA MAS DE 120 MIL REAIS E OS CLUBES FALIDOS , MINISTERIO PUBLICO STF SEI LA QUE SEJA É A FAVOR DOS BANDIDOS , ESTA AE OS MENSALAO QUE NINGUEM VAI E FOI PRESO MUITO PELO CONTRARIO TEVE UM BANDIDO AE QUE ATE CARGO TEM E ESTA GANHANDO DO POVO , VOCE ACHA QUE VAMOS ACABAR COM ISSO COM ESSES CANALHAS ,,, SÓ DEUS MESMO ,,, COMO DISSE UM AMIGO AE EM CIMA FUTEBOL BRASILEIRO ESTA FUDI … COM ESSES CANCER.

  • ESSE MARIN ESTA COM TODO VAPOR ESSE ANO,TOMARA QUE DA TUDO CERTO,MELHOR QUE O TEIXEIRA ELE É.

  • Jeff

    Já passou da hora dos clubes brasileiro se unirem e criarem um liga independente da CBF. Com certeza a rentabilidade, transparência e organização seria bem maior. Pena que nossos cartolas estão envolvidos até o pescoço nesta máfia.

  • Fabio

    Uma coisa é verdade…..o campeonato tem que começar no mesmo ano que termina.

    Não devemos copiar algo que não presta!!!!

    Eles não estão certos de tudo o que fazem….

  • Caio Celeste

    Admito que el dirigente se preocupe por nao repetir la historia, mas no le reste merito al rival.
    Si algo pode fazer es eliminar arrogancia (propia dos poderosos) dos entrenadores e dirigencia senao isso se torna arma dos “david” tal um bumerangue.
    Sim, ja sei que David atirava pedras e nao bumerangue

  • Vinícius

    Ótima entrevista, incisiva, questionadora, tenatando realmente tirar respostas do presidente de uma confederação que deveria ter ser mais pressionada pela mídia e população, já que é um órgão de tanta importância nacional e que movimenta tanto dinheiro quanto muitos ministérios.

  • luiz Sérgio

    Marin, quem não te conhece que te compre. Talvez pior q o Teixeira. CBF deveria estar na mão de ex jogadores com credibilidade ( Rai, Zico, por exemplo ) e ajudando tds os filiados ( série A, B, C e D ). Tem time da 4a. divisão q não poderá participar por não ter dinheiro p passagens e gastos com as partidas. A ideia do Jeff é ótima: criar uma liga independente para gerenciar os campeonatos, e se possível com eleições a presidência a cada 2 anos. Chega de maracutaia e continuísmo como é na CBF.

  • Edson D.

    Fiquei comovido. A CBF, que fatura milhões e nada faz pelos clubes ao menos irá fazer uma grande obra, vai doar o entulho que sobrar da reforma na Graja Comary pra vitímas de Xerém e Duque de Caxias, que ajuda divina.

  • MAURO

    MUITO INTERESSANTE VER QUE OS COMENTÁRIOS VEM TODOS DO RIO DE JANEIRO, POR UM ACASO VCS CARIOCAS ESTÃO BRAVOS POIS A ADMINISTRAÇÃO DO FUTEBOL ESTÁ HJ NAS MÃOS DE GENTE MAIS CAPACITADA?
    É FATO LEMBRAR QUE A SITUAÇÃO E MOMENTO DO FUTEBOL PAULISTA JÁ DE LONGA MAS LONGA DATA É MELHOR DO QUE AS DO RIO E DO RESTANTE DO PAÍS.
    VEJO NO MARIN UM CARA QUE PELOS BASTIDORES ESTÁ FAZENDO MUITO, APESAR DE TER PEGO MUITOS RANÇOS DE RICARDO TEIXEIRA.
    É FÁCIL FALAR COMO TORCEDOR, MAS TORCEDOR NÃO CONSEGUE VER E ADMITIR O FUTEBOL COMO UM NEGÓCIO E SIM COM A PAIXÃO.
    A ESTRUTURA DA CBF HOJE É PÍFIA, MAS TEREMOS UMA NOVA SEDE E REFORMAS DE ESTRUTURA PARA PARTE ESPORTIVA NO CASO A GRANJA COMARY, MUITOS CLUBES DEVERIAM PRESTAR ATENÇÃO NISSO E VER QUE A CURTOS PASSOS AS COISAS ESTÃO ANDANDO, TEVE UM CIDADÃO EM UM COMENTÁRIO QUE CHAMOU O MARCO POLO DEL NERO DE MARCO PAULO, SE NÃO SABE O NOME DAS PESSOAS NÃO CRITIQUE.
    NÃO SEJAMOS ESTÚPIDOS DE NÃO DAR A OPORTUNIDADE AS PESSOAS, O TEIXEIRA FICOU MAIS DE 20 ANOS LÁ, ACREDITO QUE MUITA COISA MELHORE ALI E O QUE ESSES DIRIGENTES CERTOS OU ERRADOS POIS SÃO SERES HUMANOS PRECISAM É DE UM VOTO DE CONFIANÇA E APOIO DOS BRASILEIROS PARA QUE SIM POSSAMOS COM A EMINENCIA DA COPA NO BRASIL GANHAR MAIS UMA QUE NA VERDADE É O QUE TODOS NÓS QUEREMOS.
    ESTE É O MEU PONTO DE VISTA!

  • josfer

    O Rio precisa urgentemente inverter a ordem “abertura e final’ da Copa do Mundo no Brasil pois caso o Brasil chegue a final e seja derrotado novamente no Maracanã o prejuízo será eterno fora
    as gozações da grande torcido do Small club que ganhou um mundial em cima do fraco Chelsea.

  • Ivan Mello

    Melhor queo Ricardo Teixeira ele é !
    Se não dermos crédito a ninguém, não vamos a lugar nenhum.
    Espero que agora a coisa engrene.

  • adenilson

    Como tiveram coragem de dar a CBF pra um mal carater desse, eu não perco mais tempo com essa mafia não, e quanto a copa pode ficar tranquilo, mesmo perdendo Marin rouba uma medalha, se bobear rouba a taça.

  • ciro

    o Sr tem feito de tudo para esse desastre acontecer, começando tirando um treinador que estava bem e colocando um de 2a divisão(futebol é momento tem de por o melhor).. Mas n dá nada, qualquer coisa o Marin põe a taça no bolso e sai de mansinho!

  • Lucas

    Esse nem parece o mesmo cara que roubou uma medalha….kkkk…brasileiro tem memória curta mesmo

  • estevão costa soares

    E o meu papel é torcer que novamente aconteça, quero que o Brasil perca bem cedo e saia do mundial, e que a Argentina seja campeã vencendo a Espanha na final…Enquanto a CBF não reconhecer o título do Flamengo de 1987, enquanto aquela taça não entrar em definitivo na nossa Sala de Troféus para eu não existe Seleção, torcerei sempre contra…Flamengo acima de tudo…

  • Tadeu Donisete Paro

    mandei um comentario a voces, mas nao foi exibido!!! Porque???

  • estevão costa soares

    Esse cara é filho da Ditadura era um X9, representa uma das maiores impunidades cometidas no Brasil.

  • Balthazar

    Sr.Marin, você está começando muito mal. Na verdade é a continuação. Convocar Ronaldo Gaúcho, J.Cesar, todos da velha guarda falida. Na sub-20, levar filho do Bebeto, que ninguém sabe se jogou bola !!!
    Claro que não vai ser a vergonha de 1950: o Brasil já vai sair antes….

  • – Estou torcendo para que se repita,apenas com uma diferença,nem chegar a final,se Deus quiser.

  • Thiago Ferreira

    Sensacional essa entrevista do Lance. Desnudou completamente o rei que hoje está na cadeira.
    Quanto a manchete do Lance do RJ, como corinthiano não gostei, mas sinceramente, acho que quem escreveu não foi a “redação” do Lance, mas sim algum cara magoado com raiva do corinthians.
    Se cada vez que o Lance do RJ, for dar um “chupa” quando alguma negociação com algum clube der errada, então eu concordo.

    Se fizer isso apenas com o Corinthians, a justificativa que “não quis ofender apenas provocar”, foi simplesmente ridicula.

  • wescley

    Blz, comece pedindo a conta e deixando o caminho livre. A sim leve o seu amante Del Nero

  • Romulo

    Sinceramente, olhar o Marin é a mesma coisa de vê o Texeira, o futebol Brasileiro querendo ou não esta crescendo(ainda muito pouco) Graças a Algumas administrações de clubes e markenting profissionalizados, As ideias ainda são pequenas e pouco altera em beneficio ao futebol brasileiro, tano que não se tem ainda solução pro calendário nacional, é brincadeira, não é preciso acabar com estaduais, mais sim ter menas rodas ou clubes, um Paulistão não precisa ter 20 clubes, reduziria pra 16 e acabava com 4 rodadas adiantando o inicio do estadual pra fevereiro assim tendo tempo pra uma melhor pré-temporada.

  • Marcos

    Pq fala com o Lula todo dia? O que ele tem a ver com a CBF? Começamos a entender os “benefícios” ao clube do ex-Presidente.

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