Diretor nega fraude em cativas; torcedor rebate



Um torcedor do São Paulo rebateu nesta sexta-feira as afirmações da diretoria na véspera de que não houve fraude na venda de cadeiras cativas para a final da Copa Sul-Americana, quarta-feira, no Morumbi.

João (pediu para não revelar seu sobrenome), dono de cinco cadeiras no setor azul, afirma que foi à bilheteria na hora do almoço do dia do jogo, e foi avisado de que o setor estava esgotado. Revoltado, o torcedor, que diz assistir a uma média de 20 partidas por ano no Morumbi, exigiu entrar e recebeu cinco entradas para cadeiras no setor vermelho, do outro lado do estádio.

Na véspera, o vice-presidente social do São Paulo, Roberto Natel dissera que o clube só vendera “para torcedores comuns as cativas de propriedade do São Paulo”. O clube possui cativas nos dois lados.

No Morumbi, as cativas não são apenas alugadas, mas vendidas, em contrato. Apesar de serem proprietários, os donos de cativas precisam pagar uma anuidade e comprar ingressos a cada jogo.  Na partida contra o Tigres, o preço era de R$ 80,00. Hoje, uma cadeira custa em média R$ 20.000,00.

No Morumbi, apesar de cada cadeira ter o nome do proprietário, os ingressos não indicam o lugar correspondente.  Além disso, os donos de cativas costumam sentar-se na vaga de outros. Quando há jogos de grande interesse é comum haver mais torcedores do que lugares.

 

 



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