Pesquisa “mela” união das oposições do Flamengo*



O almoço que deveria selar a união das oposições do Flamengo acabou num bate-boca e tiração de sarro entre a Chapa Azul, a do grupo de Wallim Vasconcellos, e as demais.

A razão do desentendimento – que não chegou a ser um racha – foi uma pesquisa divulgada pela Chapa Azul indicando que o seu candidato, Eduardo Bandeira, está disparado na dianteira da intenção de voto para a eleição presidencial do dia 3 de dezembro. Segundo a pesquisa, realizada pela própria equipe da campanha da Chapa Azul, o resultado é Eduardo Bandeira, 50,4%; Patricía Amorim, 14,8%; Ronaldo Gomlevsky, 5,5%; Jorge Rodrigues, 4,6%; e Lysias Itapicurú e Maurício Gomes, com menos de 1% cada

O resultado provocou incredulidade das demais chapas. Alguns candidatos ironicamente questionaram o porquê de a Chapa Azul ainda buscar uma união das oposição se já possuía uma vantagem esmagadora, mais do triplo das intenções de voto do segundo colocado, Patrícia Amorim.

Um dos pontos que está em discussão é justamente um compromisso para que os candidatos se unam em torno daquele com mais chances de vencer. Mas falta consenso sobre como se fará a medição de intenção de voto e em quais circunstâncias os que estiverem atrás deverão abrir mão de disputar. Existe um complicador que é que se um candidato renunciar todos os membros de sua chapa, ao Conselho Deliberativo, ao Conselho de Administração e à Assembleia Geral estarão excluídos da eleição junto com ele.

Em certo momento, a discussão esquentou e, para que não houvesse um racha o almoço acabou sem conclusão. Outro almoço deve ocorrer neste sábado. Apesar do clima, alguns candidatos disseram ter ficado otimistas com a reunião.



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