Comunicadores geram confusão entre árbitros



O único recurso eletrônico permitido pela comissão de arbitragem da CBF está gerando confusão nas partidas.

Segundo árbitros ouvidos pelo LANCE!, a CBF comprou neste ano radiocomunicadores e determinou que os sextetos de arbitragem os usem sem fazer treinamento adequado. Em alguns estados, o treino prático resumiu-se a duas horas.

Segundo os árbitros, como o canal de voz é aberto, é comum que assistentes e adicionais falem ao mesmo tempo ou na hora que precisam tomar uma decisão rápida, prejudicando o discernimento.

Os árbitros dizem que eles mesmos, aos poucos, estão achando modos mais eficientes de usar o rádio.

A compra dos comunicadores foi uma das primeira decisões do presidente da CBF, José Maria Marin. Ele atendeu a um pedido da Conaf que Ricardo Teixeira vinha enrolando havia mais de um ano.

Mas não há rádios para todos os jogos. Por ora, é usado apenas nas Séries A e B e alguns jogos da C.

Outro complicador é que, junto com os rádios, foram introduzidos os assistentes adicionais, igualmente sem um treinamento adequado. Na Europa, os árbitros primeiro treinaram esses recursos em jogos de categorias de base. (MD)



MaisRecentes

Gestão de associação coloca clubes de Santa Catarina na vanguarda do futebol



Continue Lendo

Internet e canais de filmes podem transmitir jogos do Brasileirão a partir de 2019



Continue Lendo

Zagueiro Igor Rabello pode deixar o Botafogo e se transferir para a Itália



Continue Lendo